- O deputado estadual Guto Zacarias (União-SP) protocolou uma representação no Ministério Público Federal (MPF) contra o influenciador Eduardo Bueno, conhecido como Peninha.
- A representação se deve a comentários sarcásticos de Bueno sobre a morte do ativista Charlie Kirk, assassinado durante uma palestra na Universidade de Utah Valley.
- Peninha afirmou que a tragédia seria “terrível, exceto quando é o Charlie Kirk”, o que gerou polêmica.
- Zacarias argumenta que as declarações configuram apologia ao crime e incitação à violência, conforme os artigos 286 e 287 do Código Penal.
- O deputado ressaltou que a violência política é inaceitável e que a Constituição Federal proíbe apologia a crimes e discursos de ódio.
O deputado estadual Guto Zacarias (União-SP) protocolou uma representação no Ministério Público Federal (MPF) contra o influenciador Eduardo Bueno, conhecido como Peninha, por ironizar a morte do ativista Charlie Kirk. O assassinato de Kirk ocorreu na quarta-feira (10) durante uma palestra na Universidade de Utah Valley, onde ele foi atingido por um disparo de fuzil no pescoço.
Na publicação que gerou a controvérsia, Peninha fez comentários sarcásticos sobre a comoção em torno da morte de Kirk, afirmando que a tragédia seria “terrível, exceto quando é o Charlie Kirk”. O deputado argumenta que as declarações de Bueno configuram apologia ao crime e incitação à violência, conforme os artigos 286 e 287 do Código Penal.
Zacarias destacou que a conduta de Bueno é “grotesca” e que ele simula tristeza ao comentar o homicídio, além de fazer referências desrespeitosas sobre as filhas de Kirk. O deputado enfatizou que a violência política é inaceitável e que a Constituição Federal não permite apologia a crimes ou discursos de ódio.
O assassinato de Charlie Kirk, fundador da Turning Point USA, gerou um intenso debate sobre a crescente violência política nos Estados Unidos e suas repercussões no Brasil. O suspeito do crime, Tyler Robinson, de 22 anos, se entregou após ser denunciado por familiares e amigos. A situação levanta questões sobre a responsabilidade nas redes sociais e a necessidade de um discurso mais respeitoso em tempos de polarização política.
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