- O vice-secretário de Estado dos EUA, Christopher Landau, cancelou o visto de um médico brasileiro que celebrou a morte do influenciador conservador Charlie Kirk.
- O médico, Ricardo Barbosa, fez postagens nas redes sociais elogiando o assassinato de Kirk, o que gerou forte repercussão.
- Landau classificou as declarações de Barbosa como “depravadas” e questionou a ética de um profissional de saúde que glorifica a morte de um opositor político.
- Barbosa foi adicionado a uma lista de pessoas inelegíveis para visto americano, e o Conselho Regional de Medicina de Pernambuco iniciou uma investigação sobre sua conduta.
- A situação gerou debates acalorados nas redes sociais e resultou na demissão de pelo menos 13 pessoas nos EUA por reações ao assassinato de Kirk.
O vice-secretário de Estado dos EUA, Christopher Landau, anunciou a revogação do visto de um médico brasileiro que celebrou a morte do influenciador conservador Charlie Kirk, assassinado em um evento na Universidade de Utah Valley. O neurocirurgião, identificado como Ricardo Barbosa, fez uma postagem nas redes sociais elogiando o ato violento, o que gerou forte repercussão.
Landau descreveu as declarações de Barbosa como “depravadas” e questionou a ética de um profissional de saúde que glorifica a morte de um opositor político. O vice-secretário pediu que seus seguidores no X, antigo Twitter, o informassem sobre comentários de estrangeiros que celebrassem a morte de Kirk, visando proteger o povo americano.
Em resposta, Landau ordenou que o visto de Barbosa fosse cancelado e que um alerta fosse emitido para impedir que ele obtivesse um novo visto. Além disso, o médico foi adicionado a uma lista de pessoas inelegíveis para visto americano. A repercussão do caso levou o Conselho Regional de Medicina de Pernambuco a iniciar uma investigação sobre a conduta de Barbosa, embora não tenha mencionado seu nome diretamente.
Reações e Consequências
A Sociedade Brasileira de Neurocirurgia repudiou as declarações de Barbosa, reafirmando os princípios éticos da medicina. A situação gerou debates acalorados nas redes sociais, refletindo a polarização política tanto nos Estados Unidos quanto no Brasil.
Até o momento, pelo menos 13 pessoas nos EUA perderam seus empregos após serem denunciadas por suas reações ao assassinato de Kirk. A administração Trump intensificou a campanha para identificar estrangeiros que glorificaram a violência, prometendo agir contra aqueles que minimizarem a gravidade do crime.
O estudante Tyler Robinson foi preso como suspeito do disparo fatal que matou Kirk, que era um aliado do ex-presidente Donald Trump e chefe da Turning Point USA. A morte de Kirk continua a gerar repercussões significativas no cenário político e social.
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