- Valdemar Costa Neto, presidente do Partido Liberal (PL), afirmou que houve um “planejamento de golpe” e que a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a condenação de Jair Bolsonaro deve ser respeitada.
- A declaração gerou tensões entre bolsonaristas e o Centrão, que busca definir rapidamente um candidato para as eleições de 2026.
- Durante um evento em Itu, Costa Neto destacou que o STF age com apoio do governo Lula e que nunca houve um golpe efetivo.
- O nome mais cotado entre os aliados de Bolsonaro para a candidatura é o do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, do Republicanos.
- A família Bolsonaro está preocupada em manter o controle sobre a escolha do candidato, enquanto o Centrão pressiona por uma definição rápida.
Os aliados mais radicais de Jair Bolsonaro (PL) estão em conflito com Valdemar Costa Neto, presidente do PL. No último sábado, Costa Neto afirmou que houve um planejamento de golpe e que a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a condenação de Bolsonaro deve ser respeitada. Essa declaração gerou tensão entre bolsonaristas e o Centrão, que busca definir rapidamente um candidato para as eleições de 2026.
Durante um evento em Itu (SP), Costa Neto destacou que o STF age com apoio do governo Lula e que nunca houve um golpe efetivo. Sua fala é vista como um termômetro da situação do Centrão, que parece estar se afastando de Bolsonaro e pressionando por uma definição de candidatura. O nome mais cotado entre os aliados é o do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos).
A família Bolsonaro, por sua vez, está preocupada em manter o controle sobre a escolha do candidato. Valdemar já havia declarado que apoiaria o nome indicado por Bolsonaro, mesmo que fosse um membro da família, como Eduardo Bolsonaro. Contudo, o Centrão teme que o ex-presidente demore a indicar um candidato, o que poderia prejudicar a construção de uma candidatura viável, como ocorreu em 2018 com Lula.
A situação atual reflete um cenário de incertezas e divisões dentro do PL e entre os aliados de Bolsonaro, que enfrentam a pressão de um Centrão em busca de alternativas para a disputa presidencial de 2026.
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