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PMs envolvidos em sequestro e extorsão têm prisão preventiva confirmada

Três policiais militares foram presos por sequestro e extorsão no Rio de Janeiro, exigindo R$ 500 mil de vítima em abordagem armada

Três policiais militares foram presos pela Delegacia Antissequestro com apoio da Corregedoria da Polícia Militar (Foto: Reprodução)
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  • Três policiais militares foram presos no Rio de Janeiro na última sexta-feira.
  • A Justiça decretou a prisão preventiva dos agentes, acusados de sequestro e extorsão.
  • Os policiais abordaram uma vítima em frente à sua casa e exigiram R$ 500 mil para sua libertação.
  • A investigação do Ministério Público do Rio (MPRJ) indicou que os criminosos usaram um veículo com placas adulteradas e contaram com o apoio de uma viatura da PM.
  • A vítima foi resgatada em Rocha Miranda, na Zona Norte, durante uma operação policial que apreendeu armamentos.

Três policiais militares foram presos no Rio de Janeiro na última sexta-feira, com a prisão preventiva decretada pela Justiça. Os agentes, identificados como Janildo Lopes de Souza, Raphael Nascimento da Silva e Christiano Vicente Castro de Oliveira, são acusados de sequestro e extorsão.

A investigação do Ministério Público do Rio (MPRJ) revelou que a vítima foi abordada em frente à sua casa por homens armados e encapuzados, que exigiram R$ 500 mil para sua libertação. Durante o sequestro, os criminosos adulteraram as placas do veículo utilizado e contaram com o apoio de uma viatura da PM, sugerindo a participação de outros policiais.

A vítima foi mantida sob coação armada até ser resgatada em Rocha Miranda, na Zona Norte. A operação de resgate foi realizada após monitoramento policial. Na ação, foram apreendidos dois fuzis calibres 7,62 e 5,56, além de uma pistola 9 mm.

Na audiência de custódia, o MPRJ argumentou pela conversão da prisão em flagrante para preventiva, destacando a gravidade da conduta dos policiais, o uso de armamento de guerra e a necessidade de proteger a ordem pública. A situação reflete a preocupação contínua com a violência e corrupção entre agentes da lei no estado.

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