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Centrão tenta aval do STF para reduzir pena de Bolsonaro em 6 anos

Centrão propõe redução da pena de Jair Bolsonaro para 21 anos e avalia prisão domiciliar devido a problemas de saúde do ex-presidente

Ex-presidente Jair Bolsonaro faz aparição de 20 minutos em frente à casa onde cumpre prisão domiciliar em Brasília (DF) após condenação por tentativa de golpe de Estado (Foto: Reprodução)
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  • O Centrão está negociando com o Supremo Tribunal Federal (STF) uma proposta para reduzir a pena do ex-presidente Jair Bolsonaro de 27 para 21 anos.
  • A proposta também considera a possibilidade de prisão domiciliar, dependendo da saúde do ex-presidente.
  • Ministros do STF confirmaram a apresentação da proposta, condicionando a aceitação ao abandono da pauta de anistia “ampla e irrestrita”.
  • A redução das penas se aplicaria a crimes como golpe de Estado e tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito.
  • O acordo pode manter Bolsonaro inelegível para futuras disputas eleitorais, enquanto o Centrão busca evitar a anistia total, que não tem apoio suficiente no Congresso.

O Centrão está em negociações com o Supremo Tribunal Federal (STF) para reduzir a pena do ex-presidente Jair Bolsonaro, condenado a 27 anos por sua participação em uma trama golpista. A proposta visa diminuir a pena para 21 anos e considerar a possibilidade de prisão domiciliar, dependendo da saúde do ex-presidente.

Ministros do STF confirmaram que a proposta foi apresentada, mas condicionaram a aceitação ao abandono da pauta de anistia “ampla e irrestrita”. A redução das penas se aplicaria a crimes como golpe de Estado e tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito. A nova minuta sugere que a pena para esses crimes seja reduzida, mas ainda não está claro se será necessária uma mudança na legislação.

A proposta do Centrão também inclui a possibilidade de que Bolsonaro cumpra pena em casa, considerando seu estado de saúde, que inclui problemas como anemia e câncer de pele. O ex-presidente, que enfrenta dificuldades de saúde, argumenta que não deve cumprir pena em regime fechado devido aos riscos à sua condição.

Além disso, o acordo em negociação pode abrir espaço para o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, mantendo Bolsonaro inelegível para futuras disputas eleitorais. O Centrão busca um arranjo que evite a anistia total, que não conta com apoio suficiente no Congresso.

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