- Rodrigo de Melo Teixeira, ex-diretor da Polícia Federal, foi preso em operação da PF na manhã de 17 de setembro de 2025.
- A operação investiga corrupção em órgãos ambientais e apura fraudes que geraram lucros indevidos de R$ 1,5 bilhão.
- Teixeira é acusado de ser administrador oculto de uma empresa de mineração e de fraudes em licenciamento ambiental.
- Ele foi um dos 22 alvos da operação, que também resultou na prisão de outros servidores públicos, incluindo um diretor da Agência Nacional de Mineração.
- Teixeira ocupava o cargo de diretor de administração e finanças no Serviço Geológico do Brasil/Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais antes da prisão.
Rodrigo de Melo Teixeira, ex-diretor da Polícia Federal (PF), foi preso na manhã desta quarta-feira, 17, em uma operação que investiga corrupção em órgãos ambientais. A ação da PF visa desmantelar um esquema que teria gerado lucros indevidos de R$ 1,5 bilhão.
Teixeira, que ocupou cargos de destaque na PF e na Petrobras, é acusado de ser administrador oculto de uma empresa de mineração e de fraudes em licenciamento ambiental. Ele foi um dos 22 alvos da operação, que também resultou na prisão de outros servidores públicos, incluindo um diretor da Agência Nacional de Mineração (ANM).
As investigações revelam que Teixeira utilizava sua posição na PF para influenciar investigações e favorecer seus interesses comerciais. A operação, chamada Rejeito, apura a liberação irregular de autorizações no setor de mineração, envolvendo mais de 40 empresas e fraudes em órgãos estaduais de Minas Gerais.
Atualmente, Teixeira é diretor de administração e finanças no Serviço Geológico do Brasil/Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais (SGB/CPRM). Ele deixou a PF no final de 2024 e renunciou ao Comitê de Segurança, Meio Ambiente e Saúde da Petrobras após sua prisão. A PF ainda não se manifestou sobre a defesa do ex-diretor.
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