- A Câmara dos Deputados discute a PEC da Blindagem, que visa proteger parlamentares de processos.
- Após a rejeição do voto secreto, o Centrão propõe uma emenda aglutinativa para reintroduzir essa votação.
- Deputados do PSOL acusam a manobra de ser um “golpe” e ameaçam recorrer ao Supremo Tribunal Federal.
- O presidente da Câmara, Hugo Motta, encerrou a sessão para evitar novos reveses após a derrota do Centrão.
- A proposta de emenda deve intensificar as discussões entre os parlamentares, refletindo a polarização política atual.
A Câmara dos Deputados se prepara para um novo embate em torno da PEC da Blindagem, que busca proteger parlamentares de processos. Após a rejeição do voto secreto, o Centrão tenta reverter essa derrota com uma emenda aglutinativa que reintroduz a votação secreta, gerando polêmica.
Deputados do PSOL acusam a manobra do Centrão de ser um “golpe” e prometem recorrer ao Supremo Tribunal Federal caso a emenda seja aprovada. Na madrugada de quarta-feira, uma coalizão entre deputados da esquerda e do Novo conseguiu barrar o voto secreto, que visava dificultar a abertura de processos contra parlamentares.
O presidente da Câmara, Hugo Motta, decidiu encerrar a sessão para evitar novos reveses após a derrota do Centrão. Agora, a proposta de emenda aglutinativa busca restaurar a votação secreta, o que intensifica o clima de tensão no legislativo. O deputado Tarcísio Motta (PSOL-RJ) criticou a manobra, afirmando que se trata de uma “emenda tapetão” que viola o regimento da Casa.
Pelo regimento, a emenda aglutinativa deve servir para unir propostas e dar coerência ao texto legislativo, e não para reverter decisões já tomadas em plenário. A expectativa é que o debate sobre a emenda provoque mais discussões acaloradas entre os parlamentares, refletindo a polarização política atual.
Entre na conversa da comunidade