- David Sacks, czar de criptomoedas e inteligência artificial, é questionado por legisladores democratas sobre sua permanência na Casa Branca.
- Parlamentares, incluindo Elizabeth Warren e Melanie Stansbury, alegam que Sacks pode ter ultrapassado o limite de 130 dias para Funcionários Governamentais Especiais (SGEs).
- Em carta enviada, eles pedem que Sacks explique suas atividades desde janeiro e quem monitora sua conformidade.
- Exceder o prazo pode gerar preocupações éticas, especialmente com novas legislações sobre criptomoedas em discussão.
- Sacks, que já vendeu mais de 200 milhões de dólares em investimentos em ativos digitais, não pretende deixar o cargo, segundo fontes.
David Sacks, nomeado por Donald Trump como “czar” de criptomoedas e inteligência artificial, enfrenta questionamentos sobre sua permanência na Casa Branca. Legisladores democratas, incluindo Elizabeth Warren e Melanie Stansbury, levantaram preocupações sobre a possibilidade de Sacks ter ultrapassado o limite de 130 dias para Funcionários Governamentais Especiais (SGEs).
Em uma carta enviada na quarta-feira, os parlamentares exigem que Sacks explique suas atividades desde janeiro, incluindo onde realizou negócios oficiais e quem está monitorando sua conformidade. Eles alertam que exceder esse prazo pode gerar sérias preocupações éticas, especialmente em um momento em que a administração Trump busca implementar novas legislações sobre criptomoedas.
Sacks, que já havia vendido mais de 200 milhões de dólares em investimentos relacionados a ativos digitais antes de assumir o cargo, tem dividido seu tempo entre Washington e o Vale do Silício, segundo relatos. Fontes indicam que ele não tem intenção de deixar o cargo, o que levanta questões sobre a aplicação das regras de SGE.
Os legisladores, incluindo Bernie Sanders e outros senadores e representantes progressistas, argumentam que a flexibilização das regras compromete a integridade do sistema. A investigação se alinha a esforços anteriores para aumentar a transparência e as exigências éticas para conselheiros temporários do governo. A Casa Branca e Sacks ainda não comentaram sobre as alegações.
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