- O Partido dos Trabalhadores (PT) protocolou duas ações judiciais contra Valdemar Costa Neto, presidente do PL, em resposta a suas declarações sobre os atos de 8 de janeiro de 2023.
- As ações foram apresentadas no Tribunal de Justiça do Distrito Federal em 17 de outubro.
- Uma das ações é uma queixa-crime na 6ª Vara Criminal de Brasília, onde o PT pede a condenação de Costa Neto por difamação, alegando que suas declarações ofenderam a honra do partido.
- A outra ação é cível, com o PT solicitando R$ 30 mil por danos morais e pedindo que Costa Neto prove suas alegações sobre o envolvimento do PT nos eventos de janeiro.
- O presidente do PT em São Paulo, Edinho Silva, já havia anunciado que o partido tomaria medidas judiciais contra Costa Neto por disseminar informações falsas.
O Partido dos Trabalhadores (PT) protocolou duas ações judiciais contra Valdemar Costa Neto, presidente do PL, após suas declarações sobre os atos de 8 de janeiro de 2023. As ações foram apresentadas no Tribunal de Justiça do Distrito Federal na quarta-feira, 17 de outubro.
Uma das ações é uma queixa-crime na 6ª Vara Criminal de Brasília, onde o PT pede a condenação de Costa Neto por difamação. O partido argumenta que suas declarações ofenderam a honra da legenda. Durante um evento em Itu (SP), Costa Neto afirmou que “um povo do PT” teria iniciado os atos de vandalismo, que ele descreveu como uma “bagunça” e não um golpe. Ele também mencionou que houve um “planejamento de golpe”, mas negou que a confusão fosse parte disso.
Além da queixa-crime, o PT busca uma indenização de R$ 30 mil por danos morais na 5ª Vara Cível de Brasília. A petição solicita que Costa Neto prove suas alegações sobre o envolvimento do PT nos eventos de janeiro. O presidente do PT em São Paulo, Edinho Silva, já havia antecipado que a sigla tomaria medidas judiciais, acusando Costa Neto de disseminar informações falsas e tentar transferir responsabilidades.
Essas ações judiciais podem intensificar as tensões políticas entre os partidos, especialmente em um momento em que o PT já enfrenta críticas sobre os eventos de 8 de janeiro. Até o momento, Valdemar Costa Neto não se manifestou publicamente sobre os processos.
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