- O documentário “Apocalipse nos Trópicos”, dirigido por Petra Costa, recebeu US$ 150 mil da Open Society Foundations, fundada por George Soros.
- O filme critica a influência da religião evangélica na política brasileira e gerou polêmica entre líderes evangélicos, que acusam o projeto de manipulação política.
- A Open Society já financiou diversas organizações no Brasil, incluindo a Quebrando o Tabu e a Associação Marielle Franco, e repassou mais de R$ 451 milhões a projetos brasileiros entre 2016 e 2022, segundo o Instituto Monte Castelo.
- Em 2023, a Open Society intensificou suas atividades no Brasil, investindo R$ 155,5 milhões.
- O documentário aborda o crescimento da religião evangélica e sua relação com a eleição de Jair Bolsonaro em 2018, destacando a figura do pastor Silas Malafaia.
O documentário “Apocalipse nos Trópicos”, dirigido por Petra Costa, recebeu US$ 150 mil (aproximadamente R$ 802 mil) da Open Society Foundations, organização fundada pelo bilionário George Soros. O filme, que critica a influência da religião evangélica na política brasileira, gerou polêmica entre líderes evangélicos, que o acusam de manipulação política.
A Open Society, conhecida por financiar causas progressistas, já destinou recursos significativos a diversas organizações no Brasil. Entre elas, destacam-se a Quebrando o Tabu e a Associação Marielle Franco, além de iniciativas que promovem a legalização de drogas e direitos humanos. De acordo com o Instituto Monte Castelo, Soros repassou mais de R$ 451 milhões a projetos brasileiros entre 2016 e 2022.
Aumento da Atuação no Brasil
O ano de 2023 foi marcado por uma intensificação das atividades da Open Society no Brasil, com investimentos que somaram R$ 155,5 milhões. A verba destinada ao documentário “Apocalipse nos Trópicos” foi utilizada para a fase final de produção e distribuição, sendo canalizada através do Instituto Peri, ONG que promove obras de viés progressista.
O filme aborda o crescimento da religião evangélica no Brasil e sua relação com a eleição de Jair Bolsonaro, em 2018. A figura do pastor Silas Malafaia é central na narrativa, destacando a intersecção entre fé e política. Essa abordagem tem gerado debates acalorados, refletindo a polarização do cenário político brasileiro atual.
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