- Mais de 90 funcionários atuais e ex-funcionários da MindsEye, desenvolvedora do jogo AAA, assinaram uma carta aberta criticando a gestão e destacando más condições de trabalho e um demissão caótica, potencialmente violando a legislação trabalhista.
- A carta acontece após a demissão de mais de 250 desenvolvedores, ocorrida após o lançamento problemático do jogo em junho de 2025.
- Organizada pelo Independent Workers of Great Britain (IWGB), a carta pede desculpas públicas, opções de pagamento sem que os funcionários precisem trabalhar durante o processo de demissão e o reconhecimento do IWGB como sindicato; ações legais são previstas contra Build A Rocket Boy (BARB), empresa-mãe.
- Signatários relatam histórico de más práticas de gestão, com pressão por jornadas sob alto estresse e falta de transparência na comunicação; um ex-funcionário, Ben Newbon, afirmou que a liderança atuou com arrogância e sem consequências. Também há relatos de impactos na saúde mental e física.
- A IWGB informou que prepara ações legais contra BARB, alegando falta de consulta adequada antes das demissões e casos de demissão injusta, e reforça a necessidade de melhorias nas condições de trabalho e de um processo mais justo para demissões futuras.
Mais de 90 funcionários atuais e ex-funcionários da MindsEye, desenvolvedora do jogo AAA, assinaram uma carta aberta criticando a gestão da empresa. O documento destaca condições de trabalho inadequadas e um processo de demissão caótico, que, segundo a carta, pode ter violado a legislação trabalhista. A situação se agrava após a demissão de mais de 250 desenvolvedores após o lançamento problemático do jogo, que ocorreu em junho de 2025.
A carta, organizada pelo sindicato Independent Workers of Great Britain (IWGB), pede desculpas públicas da empresa, além de opções de pagamento sem que os funcionários precisem trabalhar durante o processo de demissão. A IWGB também exige o reconhecimento do sindicato pela MindsEye e destaca que ações legais estão sendo planejadas contra a Build A Rocket Boy (BARB), a empresa-mãe.
Os signatários da carta relatam um histórico de más práticas de gestão, incluindo pressão para trabalhar em condições de estresse elevado e falta de transparência na comunicação. Um ex-funcionário, Ben Newbon, declarou que a liderança agiu com arrogância, acreditando que poderia operar sem consequências. Os relatos incluem ainda problemas de saúde mental e física entre os funcionários devido ao ambiente de trabalho.
A IWGB anunciou que está preparando ações legais contra a BARB, alegando falta de consulta adequada antes das demissões e casos de demissão injusta. A carta aberta ressalta a necessidade de um compromisso com a melhoria das condições de trabalho e a implementação de um processo mais justo para futuras demissões.
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