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Dino marca julgamento do núcleo 2 do suposto golpe no STF

STF marca julgamento do Núcleo 2 para 9 a 17 de dezembro de 2025; ex-assessores de Bolsonaro, militares da reserva e ex-dirigentes da segurança respondem

Dino marca data de julgamento do núcleo 2 do suposto golpe. (Foto: Antonio Augusto / STF)
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  • O julgamento do Núcleo 2 da suposta trama golpista de 2023 foi marcado pelo presidente da 1ª Turma do Supremo Tribunal Federal (STF), Flavio Dino, para os dias 9, 10, 16 e 17 de dezembro de 2025.
  • O Núcleo 2 reúne ex-assessores do governo Jair Bolsonaro, militares da reserva e ex-dirigentes da segurança pública; é o último núcleo a ser analisado pela Procuradoria-Geral da República (PGR).
  • Segundo a denúncia, os réus teriam atuado para desestabilizar o processo democrático, incluindo o uso da Polícia Rodoviária Federal para dificultar o deslocamento de eleitores em áreas favoráveis ao adversário de Bolsonaro no segundo turno de 2022.
  • Também há referências à elaboração de um decreto que comprometeria as bases democráticas do país.
  • O presidente da PGR, Paulo Gonet, afirmou que as evidências indicam que os integrantes do Núcleo 2 ocupavam posições de confiança, o que facilitaria as ações, e o julgamento é aguardado por possíveis novos desdobramentos sobre a segurança democrática.

O julgamento do Núcleo 2 da suposta trama golpista de 2023 foi agendado pelo presidente da 1ª Turma do Supremo Tribunal Federal (STF), Flavio Dino, para os dias 9, 10, 16 e 17 de dezembro de 2025. Este grupo é formado por ex-assessores do governo Jair Bolsonaro, militares da reserva e ex-dirigentes da segurança pública. O Núcleo 2 é o último a ser analisado pela Procuradoria-Geral da República (PGR).

De acordo com a denúncia, os réus estão envolvidos em diversas ações que visavam desestabilizar o processo democrático. Entre as acusações, destaca-se o uso da Polícia Rodoviária Federal para dificultar o deslocamento de eleitores em áreas favoráveis ao adversário de Bolsonaro durante o segundo turno das eleições de 2022. Além disso, há menções à elaboração de um decreto que comprometeria as bases democráticas do país.

O presidente da PGR, Paulo Gonet, afirmou que as evidências apontam que os integrantes do Núcleo 2 ocupavam posições de confiança, o que facilitou a execução de suas ações. O julgamento é aguardado com expectativa, pois pode trazer novos desdobramentos sobre a tentativa de golpe e suas implicações para a segurança democrática do Brasil.

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