- O ex-ministro do Supremo Tribunal Federal, Luís Roberto Barroso, teve o último dia no cargo marcado por debates sobre a sucessão e participou de um jantar no Palácio da Alvorada com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (Lula), em 17 de outubro; a pauta foi as indicações para a vaga deixada por Barroso, que se despediu no dia seguinte.
- Barroso elogiou três nomes cotados para substituí-lo: Jorge Messias, atual ministro da Advocacia-Geral da União (AGU); Bruno Dantas, do Tribunal de Contas da União (TCU); e Rodrigo Pacheco, senador pelo PSD de Minas Gerais, com Messias indicado como favorito por fontes próximas.
- A discussão abordou a representatividade feminina no judiciário brasileiro; a primeira-dama Janja da Silva não participou do jantar, pois estava em Roma.
- Antes do encontro, Barroso votou a favor da descriminalização do aborto até doze semanas de gestação, tema que ainda provoca debates na sociedade.
- A indicação de Barroso deixou o STF aberta após a confirmação da saída, anunciada no dia nove de outubro, conforme especulações anteriores.
O ex-ministro do STF, Luís Roberto Barroso, teve seu último dia no cargo marcado por intensas discussões sobre sua sucessão. Na sexta-feira, 17 de outubro, Barroso participou de um jantar no Palácio da Alvorada com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O encontro teve como pauta principal as indicações para a vaga deixada por Barroso, que oficialmente se despediu do cargo no dia seguinte.
Durante a conversa, Barroso elogiou os três principais nomes cotados para sua substituição: Jorge Messias, atual ministro da Advocacia-Geral da União, Bruno Dantas, do Tribunal de Contas da União, e Rodrigo Pacheco, senador pelo PSD de Minas Gerais. Fontes próximas ao ex-ministro indicam que Messias é o favorito de Lula para a posição.
A discussão também incluiu a questão da representatividade feminina no judiciário brasileiro, um tema que tem gerado críticas ao governo pela falta de mulheres consideradas para a vaga. A primeira-dama, Janja da Silva, não esteve presente no jantar, pois participava de um evento em Roma.
Além de abordar sua sucessão, Barroso, antes do jantar, votou a favor da descriminalização do aborto até 12 semanas de gestação, um tema que continua a gerar debates acalorados na sociedade. A saída de Barroso do STF foi anunciada no dia 9 de outubro, após muitas especulações sobre seu futuro na corte.
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