- Donald Trump anunciou a demolição do East Wing da Casa Branca para a construção de um salão de luxo, com custo estimado em US$ 300 milhões, financiado por doadores privados, incluindo grandes empresas de tecnologia e criptomoedas.
- O projeto não utilizará recursos públicos, segundo quem divulgou a iniciativa.
- A Casa Branca divulgou, na última quinta-feira, uma lista de doadores que inclui Amazon, Google/YouTube, Meta, Microsoft e Apple, sem revelar valores por contribuição.
- YouTube já havia se comprometido a pagar mais de US$ 20 milhões como parte do acordo de 2021 com o Google.
- Além das empresas de tecnologia, há doações de Ripple, Tether America, Coinbase e os gêmeos Winklevoss, além de apoio de Lockheed Martin e Comcast.
Donald Trump anunciou a demolição do East Wing da Casa Branca para a construção de um luxuoso salão, com um custo estimado em US$ 300 milhões. O projeto será financiado por doadores privados, incluindo grandes empresas de tecnologia e criptomoedas, como parte de um acordo que remonta a uma ação judicial com o Google em 2021.
Na última quinta-feira, a Casa Branca divulgou a lista de doadores que inclui gigantes da tecnologia como Amazon, Google/YouTube, Meta, Microsoft e Apple. Embora não tenham sido revelados os valores de cada contribuição, a presença dessas empresas indica um forte apoio financeiro ao projeto. O YouTube, por exemplo, já se comprometeu a pagar mais de US$ 20 milhões como parte do acordo mencionado.
Além das empresas de tecnologia, o financiamento também conta com doações de empresas do setor de criptomoedas, como Ripple, Tether America e Coinbase, além dos gêmeos Winklevoss. O apoio de grandes corporações, como Lockheed Martin e Comcast, também foi registrado, evidenciando a amplitude do financiamento privado para a iniciativa.
Trump garantiu que os contribuintes não arcarão com os custos da obra, que visa transformar a Casa Branca em um espaço ainda mais imponente. O projeto, que já gera controvérsias, reflete a crescente intersecção entre política, tecnologia e finanças, levantando questões sobre a influência de grandes doadores nas decisões governamentais.
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