- O Ministério Público de São Paulo pediu prisão preventiva do deputado estadual Lucas Bove (Partido Liberal, PL) acusado de violência doméstica contra a ex-esposa Cíntia Chagas, com base no descumprimento de medidas protetivas; o caso segue em segredo de justiça.
- Bove nega as acusações e afirma que a situação foi distorcida pela imprensa; o MP formalizou a denúncia, e a defesa afirma acreditar na Justiça.
- Cíntia Chagas usou as redes sociais para comentar o pedido de prisão e questionar o presidente da Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), André do Prado (PL), sobre a permanência de um parlamentar indiciado em cargo público. A influenciadora reforça a gravidade da violência contra a mulher.
- O relacionamento entre Bove e Cíntia começou em dois mil e vinte e dois e terminou em dois mil e vinte e quatro, com relatos de abusos, boletins de ocorrência e pedidos de medidas protetivas registrados em setembro de dois mil e vinte e quatro; houve ainda uma ameaça de queima e um ataque com faca.
- Bove foi eleito em dois mil e vinte e dois com mais de cento e trinta mil votos; a Alesp já havia rejeitado cassação de mandato, que foi arquivada em agosto; o caso reabre debate sobre presença de agressores em cargos públicos e a atuação das instituições.
O Ministério Público de São Paulo solicitou a prisão preventiva do deputado estadual Lucas Bove (PL-SP), acusado de violência doméstica contra sua ex-esposa, a influenciadora Cíntia Chagas. O pedido foi fundamentado no descumprimento de medidas protetivas que já haviam sido estabelecidas. Bove nega as acusações e afirma que a situação foi distorcida pela imprensa.
O caso, que corre em segredo de justiça, teve um desdobramento significativo após a formalização da denúncia pelo MP. Em suas redes sociais, Bove se manifestou, criticando a “militância feminina” e alegando que foi Cíntia quem violou as medidas judiciais ao se pronunciar publicamente sobre o assunto. Ele se declarou confiante na Justiça, afirmando ter a “consciência limpa” e que a única acusação que permanece é de violência psicológica.
Reação nas Redes Sociais
Cíntia Chagas também usou suas redes sociais para se pronunciar sobre o pedido de prisão. Em uma postagem, questionou o presidente da Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), André do Prado (PL-SP), sobre a permanência de um parlamentar indiciado por agressão em um cargo público. Ela enfatizou que a violência contra a mulher é um crime que afeta a dignidade humana e deve ser tratada com seriedade.
As acusações contra Bove ganharam notoriedade após o fim do casamento entre ele e Cíntia em 2024. O relacionamento, que começou em 2022, foi marcado por comportamentos abusivos, conforme relato da influenciadora. Documentos como boletins de ocorrência e pedidos de medidas protetivas foram registrados em setembro de 2024, revelando episódios de agressão, incluindo uma ameaça de queima e um ataque com uma faca.
O deputado, que foi eleito em 2022 com mais de 130 mil votos, já enfrentou um pedido de cassação de mandato, mas este foi arquivado pela Alesp em agosto. O caso continua a provocar discussões sobre a presença de agressores em cargos públicos e a resposta das instituições diante de denúncias de violência doméstica.
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