- A BBC confirmou a presença de Jeffrey Epstein, Ghislaine Maxwell e Harvey Weinstein em festa na mansão de Windsor em agosto de 2006, para marcar o 18º aniversário de Beatriz, dois meses após a ordem de prisão de Epstein por agressões sexuais.
- Parlamentares do Partido Liberal-Democrata vão apresentar uma moção para discutir finanças e uso de bens públicos relacionados ao príncipe, pressionando o rei Carlos III.
- A moção, não vinculante, busca elevar a pressão para que Carlos III tenha posição mais firme em relação ao irmão.
- André e a ex-esposa Sarah Ferguson moram no Royal Lodge, casa com trinta quartos, sem aluguel desde 2003; o rei avalia exigir que o irmão deixe a residência, o que pode gerar compensação de mais de meio milhão de libras.
- A morte da rainha Elizabeth II intensificou o escrutínio sobre a monarquia; historiadores dizem que a monarca anterior protegia André, mas Carlos III pode trazer maior transparência e respostas do governo.
O príncipe André, irmão do rei Carlos III, enfrenta novas revelações sobre sua relação com figuras controversas. A BBC confirmou a presença de Jeffrey Epstein, Ghislaine Maxwell e Harvey Weinstein em uma festa em sua mansão em Windsor, em agosto de 2006. O evento, que marcou o 18º aniversário de Beatriz, filha de André, ocorreu apenas dois meses após a emissão de uma ordem de prisão contra Epstein por agressões sexuais.
Parlamentares do Partido Liberal-Democrata já estão se mobilizando para discutir as finanças e o uso de bens públicos relacionados ao príncipe. A moção, que deve ser apresentada nas próximas semanas, busca aumentar a pressão sobre Carlos III para que tome uma posição mais firme em relação ao irmão. A situação é delicada, uma vez que a tradição parlamentar britânica evita discutir assuntos da casa real, mas a crescente indignação pública pode forçar mudanças.
André e sua ex-esposa, Sarah Ferguson, residem na Royal Lodge, uma propriedade de 30 quartos, sem pagar aluguel desde 2003. O rei Carlos III estaria considerando a possibilidade de solicitar que o irmão deixe a residência, o que poderia resultar em uma compensação de mais de meio milhão de libras. A pressão sobre a monarquia aumenta, especialmente após a morte da rainha Elizabeth II, que havia protegido André de críticas.
Historiadores sugerem que a rainha ignorava as controvérsias envolvendo seu filho, mas a nova fase da monarquia sob Carlos III pode levar a um maior escrutínio. A moção liberal-democrata, embora não vinculante, pode forçar o governo a responder e apresentar suas próprias emendas, refletindo a insatisfação crescente com a situação do príncipe André.
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