- Defesa de Eduardo Tagliaferro passa por mudança: Eduardo Kuntz deixou a defesa às vésperas da decisão da Primeira Turma do STF sobre a denúncia de violação de sigilo funcional e coação.
- Paulo Faria, atual advogado de Daniel Silveira, assume o caso no lugar de Kuntz.
- Julgamento virtual da Primeira Turma do STF deve ocorrer entre 7 e 14 de novembro; espaço para manifestação ainda está em aberto.
- Kuntz já era investigado no STF por possível obstrução de justiça, e justificou a saída dizendo que o caso exige advocacia beligerante.
- Tagliaferro é acusado de vazar mensagens entre auxiliares de Moraes no STF e no Tribunal Superior Eleitoral; o procurador-geral da República, Paulo Gonet, sustenta crimes de violação de sigilo, coação e obstrução de investigação.
A defesa de Eduardo Tagliaferro, ex-assessor do ministro Alexandre de Moraes, passa por mudanças significativas. O advogado Eduardo Kuntz deixou a defesa às vésperas do julgamento da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF), que decidirá sobre a denúncia de violação de sigilo funcional e coação. A decisão está prevista para ocorrer entre os dias 7 e 14 de novembro.
Kuntz, que já enfrentava investigações no STF por possível obstrução de justiça, comunicou sua saída, alegando que o caso exige uma “advocacia beligerante”. A nova defesa de Tagliaferro será conduzida por Paulo Faria, atual advogado do ex-deputado bolsonarista Daniel Silveira. A mudança ocorre em um momento delicado, onde o ex-assessor é acusado de vazar mensagens entre auxiliares de Moraes no STF e no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
O procurador-geral da República, Paulo Gonet, sustenta que Tagliaferro teria cometido crimes de violação de sigilo, coação e obstrução de investigação. O julgamento virtual da Primeira Turma do STF, que começará em breve, é um passo crucial para o desfecho do caso. O espaço para manifestação ainda está aberto, e a expectativa é alta em torno das decisões que serão tomadas.
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