- Mendes, em Torres Vedras, defendeu o diálogo social entre o Governo e sindicatos para evitar uma greve geral, propondo uma mesa de negociações como solução.
- Lembrou acordos de concertação social no passado, citando o governo de Cavaco Silva, e pediu aos atores envolvidos que busquem diálogo para evitar precipitações que causem conflitos.
- Questionado sobre mudanças à Lei Laboral, não comentou; afirmou que um presidente deve se pronunciar apenas após a aprovação do texto.
- Defendeu mudanças no Serviço Nacional de Saúde, com gestão profissional e concursos públicos, afirmando que o país está farto de diagnósticos e que é preciso encontrar soluções eficazes.
- Criticou nomeações políticas no SNS, ressaltando que o mérito deve prevalecer e que o problema envolve organização e gestão, defendendo gestores mais qualificados e bem remunerados.
Luís Marques Mendes, candidato à presidência, defendeu a importância do diálogo social entre o Governo e os sindicatos para evitar uma greve geral. Em evento realizado em Torres Vedras, Mendes enfatizou que “tudo deve ser feito para evitar greves”, propondo uma mesa de negociações como solução.
O candidato lembrou que governos anteriores, como o de Cavaco Silva, conseguiram estabelecer acordos de concertação social. Ele fez um apelo aos atuais governantes e sindicatos para que busquem o diálogo e a negociação, evitando assim precipitações que possam levar a conflitos.
Questionado sobre as recentes alterações à Lei Laboral, Mendes optou por não se manifestar, ressaltando que um presidente prudente deve se pronunciar apenas após a aprovação do texto. “Um Presidente da República sensato só dá opinião sobre se veta ou promulga uma lei depois de ela ser aprovada”, afirmou.
Propostas para o Serviço Nacional de Saúde
Mendes também abordou a necessidade de mudanças no Serviço Nacional de Saúde (SNS), defendendo uma gestão profissional e a realização de concursos públicos. Segundo ele, “o país está farto de diagnósticos” e é crucial que o governo e os partidos encontrem soluções eficazes para o setor da saúde.
O candidato criticou a nomeação política, afirmando que o mérito deve prevalecer, e que o SNS não enfrenta apenas problemas financeiros, mas sim questões de organização e gestão. Mendes acredita que é necessário ter gestores mais qualificados e bem remunerados, destacando que “o barato sai caro”.
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