- António José Seguro pediu ao Governo que retome o diálogo com as centrais sindicais para evitar a greve geral marcada para 11 de dezembro, durante conferência em Guimarães sobre economia e habitação.
- O maior sindicato, a CGTP, afirmou que a greve resulta da falta de diálogo contínuo entre trabalhadores e governo, ressaltando que a convocação é rara no país.
- Seguro disse já ter conversado com o líder da UGT, mas não revelou detalhes da conversa.
- Propostas do Governo para a legislação laboral incluem extensão da duração de contratos a prazo e mudanças nas licenças parentais; a CGTP aponta convergência de várias estruturas sindicais em apoio à greve, e a UGT também se prepara para se unir à mobilização.
- O apelo de Seguro busca ações proativas do Governo para evitar consequências negativas, enfatizando a responsabilidade governamental e a necessidade de entendimento com os trabalhadores.
O candidato presidencial António José Seguro fez um apelo ao Governo para que retome o diálogo com as centrais sindicais, visando evitar a greve geral marcada para 11 de dezembro. A última greve geral no país ocorreu há mais de uma década, e a possibilidade de uma nova mobilização preocupa muitos. Seguro se manifestou em Guimarães, durante uma conferência sobre economia e habitação, enfatizando que a situação atual é alarmante.
O secretário-geral da CGTP, que anunciou a greve geral, ressaltou que essa decisão é resultado da falta de diálogo contínuo entre trabalhadores e governo. “A convocação de uma greve geral é uma coisa rara no nosso país, e isso só acontece quando os trabalhadores consideram que não há condições para continuar o diálogo”, afirmou. Seguro também mencionou que já conversou com o líder da UGT, mas não revelou detalhes da conversa.
Mudanças na Legislação Laboral
As tensões aumentam em meio a propostas do Governo para revisar a legislação laboral, que incluem a extensão da duração dos contratos a prazo e mudanças nas licenças parentais. O secretário-geral da CGTP indicou que há uma convergência de várias estruturas sindicais em apoio à greve. A UGT, por sua vez, também se prepara para se unir à mobilização, segundo informações da imprensa.
O apelo de Seguro ao Governo destaca a necessidade de ações proativas para evitar consequências negativas para o país, caso a greve se concretize. Ele enfatizou que o governo deve assumir sua responsabilidade e buscar um entendimento com os trabalhadores. O cenário atual sugere um clima tenso entre as partes, com o futuro do diálogo e das relações laborais em jogo.
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