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Supremo mantém pena de padrasto por violação de enteada com soníferos

Supremo Tribunal de Justiça mantém pena de 11 anos para homem de 42 anos por 11 crimes de abuso de menores, incluindo gravidez da enteada, com confirmação da Relação de Guimarães; mãe condenada por ocultação

Decisão foi do Supremo Tribunal de Justiça – FOTO: Pedro Catarro
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  • O Supremo Tribunal de Justiça manteve a pena de 11 anos de prisão a um homem de 42 anos por 11 crimes de abuso de menores, envolvendo a enteada que na época tinha 13 anos, em Ponte de Lima, em 2016, com decisão já ratificada pela Relação de Guimarães, após passagem pelo tribunal de Viana do Castelo.
  • O arguido drogou a menor com soníferos na residência da família e num hotel em Braga, onde a gravidez ocorreu.
  • A mãe da vítima foi condenada por ocultação dos abusos.
  • A decisão, conforme o Jornal de Notícias, reflete a gravidade dos atos e o objetivo da justiça em responsabilizar os responsáveis por abuso sexual de menores.

O Supremo Tribunal de Justiça (STJ) confirmou a pena de 11 anos de prisão a um homem de 42 anos por abusos sexuais contra sua enteada, que na época dos fatos tinha apenas 13 anos. O caso ocorreu em Ponte de Lima, em 2016, e envolve a prática de 11 crimes de abuso de menores. A condenação foi inicialmente decidida no tribunal de Viana do Castelo e posteriormente ratificada pela Relação de Guimarães.

O arguido drogou a menor com soníferos em sua residência e em um hotel em Braga, onde a engravidou. A mãe da vítima também foi responsabilizada e condenada por ocultação dos abusos. Segundo informações do Jornal de Notícias, a pena aplicada reflete a gravidade das ações do réu, que explorou a vulnerabilidade da enteada.

Os fatos chocantes ressaltam a importância da proteção de menores e a necessidade de punição severa para crimes dessa natureza. A decisão do STJ reafirma o compromisso da justiça em lidar com casos de abuso sexual, garantindo que os responsáveis enfrentem as consequências legais de suas ações.

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