- Symon Albino interrompeu um evento na Argentina com o ministro Gilmar Mendes, durante o Fórum de Buenos Aires, na quinta-feira, 6 de novembro.
- Ele já havia tentado afastar o ministro Alexandre de Moraes do julgamento, pedido rejeitado pelo STF em fevereiro de 2024.
- A Primeira Turma do STF julgará entre 14 e 25 de novembro a ação penal contra Albino em plenário virtual, por associação criminosa armada, abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado e deterioração de patrimônio tombado.
- Albino afirmou não ter cometido crimes durante as depredações nas sedes dos Três Poderes em Brasília e se declarou refugiado na Argentina.
- Durante a intervenção, ele criticou Moraes e elogiou Gilmar Mendes; a transmissão oficial foi cortada, e o presidente do STF, Luís Roberto Barroso, considerou infundada a tentativa de afastar Moraes.
O réu Symon Albino, envolvido nos eventos de 8 de janeiro de 2023, interrompeu um evento na Argentina com o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes. O incidente ocorreu na última quinta-feira, 6 de novembro, durante o Fórum de Buenos Aires. Albino já havia tentado afastar o ministro Alexandre de Moraes do julgamento, mas sua solicitação foi rejeitada pelo STF em fevereiro de 2024.
A Primeira Turma do STF está programada para julgar a ação penal contra Albino entre 14 e 25 de novembro em plenário virtual. Ele é acusado de associação criminosa armada, abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado e deterioração de patrimônio tombado. O réu alegou não ter cometido crimes durante os atos de depredação das sedes dos Três Poderes em Brasília e se declarou um “refugiado na Argentina”.
Durante sua interrupção, Albino fez críticas a Moraes e elogiou Gilmar, afirmando que não vê seus filhos há três anos. A intervenção foi cortada na transmissão oficial do evento, onde estavam também o banqueiro André Esteves e o ex-presidente da Colômbia, Iván Duque. A tentativa de Albino de afastar Moraes foi considerada infundada pelo presidente do STF, Luís Roberto Barroso, que destacou a falta de elementos que justificassem tal pedido.
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