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Leila revela incômodo na carreira no vôlei e enfrenta processo difícil

Leila Barros, senadora e ex-jogadora olímpica, critica o rótulo de musa do vôlei em entrevista no Basticast e relembra idolatria nas Filipinas, além de arrependimento com a transição do vôlei para a praia

Leila Barros pela Seleção Brasileira (Foto: Reprodução/ X)
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  • Leila Barros, ex-jogadora brasileira de vôlei conhecida como “musa do vôlei”, atua como senadora.
  • Em podcast, ela disse sentir incômodo com o rótulo de musa e que a imagem física não pode ofuscar o desempenho; tentou cortar o cabelo para dissociar, mas isso aumentou sua popularidade.
  • Ela relembra a ida às Filipinas há 25 anos, com idolatria do público, e que o carinho permaneceu mesmo na visita de setembro deste ano.
  • Contou convites para atuar em filme que não se concretizaram devido a uma lesão; citou viajar para a Ásia levando muitas malas e ter mais de 3 mil bichos de pelúcia.
  • Hoje, busca ampliar atuação fora das quadras, mantendo influência no esporte e na política e desafiando estereótipos.

A ex-jogadora de vôlei Leila Barros, conhecida como “musa do vôlei”, compartilhou em entrevista ao podcast Basticast suas reflexões sobre a fama e os desafios enfrentados durante sua carreira. Leila, que é multicampeã pela seleção brasileira e medalhista olímpica, agora atua como senadora.

Durante a conversa, ela expressou seu incômodo com o rótulo de musa, ressaltando que não queria que sua imagem física ofuscasse seu desempenho esportivo. “Eu tive um processo muito difícil quando começaram a falar que Leila é musa”, afirmou. Para tentar se desvincular desse estereótipo, chegou a cortar o cabelo, mas essa ação teve o efeito oposto, tornando-a ainda mais popular.

Idolatria nas Filipinas

Leila recordou sua primeira visita às Filipinas, há 25 anos, onde experimentou uma verdadeira idolatria. Na época, a recepção calorosa do público a deixou impressionada. “Era Leila mania. Eles gostaram de mim. Meu jeito alegre, maroto”, relembrou. Durante sua recente visita ao país, em setembro deste ano, Leila constatou que o carinho do público se manteve, mesmo após tantos anos.

Ela também mencionou convites inusitados que recebeu, como para atuar em um filme, que não se concretizou devido a uma lesão. “Eu ia para a Ásia e voltava com duas malas a mais. Eu tinha mais de 3 mil bichos de pelúcia!”, disse Leila, refletindo sobre sua trajetória e a conexão com os fãs.

A ex-atleta, que agora busca ampliar sua atuação fora das quadras, continua a ser uma figura influente, tanto no esporte quanto na política, desafiando estereótipos e lutando por um reconhecimento que vá além da aparência.

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