- Larry Summers renunciou ao conselho da OpenAI na quarta-feira, 19 de novembro de 2025, após a divulgação de documentos que mostram relação próxima com Jeffrey Epstein.
- Summers deixou também o conselho consultivo internacional do Santander, no qual ocupava a presidência; o banco informou a decisão e elogiou suas contribuições.
- A Universidade de Harvard anunciou a abertura de nova investigação sobre as pessoas mencionadas nos emails de Epstein; não foi informado se Summers é alvo.
- O Congresso dos Estados Unidos avançou na liberação de arquivos do Departamento de Justiça relacionados a Epstein, movimento apoiado pelos republicanos.
- O ex-presidente Donald Trump pediu investigação sobre vínculos de Summers e outros democratas com Epstein, em meio a desgaste político.
O ex-secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Larry Summers, anunciou sua renúncia ao conselho da OpenAI na quarta-feira, 19 de novembro de 2025. A decisão ocorreu após a divulgação de documentos que revelaram sua relação próxima com Jeffrey Epstein, condenado por crimes sexuais. Summers, que também foi reitor da Universidade de Harvard, afirmou que se afastaria de todos os compromissos públicos para “reconstruir a confiança e reparar os relacionamentos”.
Além de sua saída da OpenAI, Summers deixou o conselho consultivo internacional do Santander, onde ocupava a presidência. A decisão foi comunicada por um porta-voz do banco, que respeitou a escolha de Summers e reconheceu suas contribuições ao conselho. O ex-secretário tem enfrentado críticas intensas desde que o Comitê de Supervisão da Câmara dos EUA liberou documentos detalhando sua correspondência com Epstein.
Nova Investigação
A Universidade de Harvard também anunciou a abertura de uma nova investigação sobre as pessoas mencionadas nos emails de Epstein. Um porta-voz da instituição não especificou se Summers seria alvo da investigação. Enquanto isso, o Congresso dos EUA avançou na liberação de arquivos do Departamento de Justiça relacionados a Epstein, um movimento que foi amplamente apoiado pelos republicanos.
O ex-presidente Donald Trump, que havia resistido à liberação dos documentos, agora pediu uma investigação sobre os vínculos de Summers e outros democratas proeminentes com Epstein. Essa situação tem gerado um desafio político significativo para Trump, especialmente em um momento em que sua popularidade está em queda.
Impacto e Repercussão
Summers, que já ocupou cargos importantes durante os governos de Bill Clinton e Barack Obama, também se afastou de outras organizações, como o Instituto Peterson de Economia Internacional e o Centro para o Progresso Americano. Recentemente, o New York Times anunciou que não renovaria seu contrato de colaborador, que foi assinado em janeiro de 2025. A situação de Summers destaca a complexidade das relações entre figuras públicas e escândalos de alto perfil, refletindo um clima de crescente escrutínio sobre as associações pessoais e profissionais.
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