- Abertura do Congresso de Saúde Coletiva 2025 (Abrascão) ocorreu neste sábado, 29, às 18h30, em Brasília.
- A conferência magna foi conduzida pelo secretário executivo do Ministério da Saúde, Adriano Massuda, e abordou o momento do SUS e caminhos para o seu fortalecimento.
- Massuda disse que o Brasil vive uma encruzilhada em políticas públicas de saúde e que fortalecer o SUS é estratégico para o desenvolvimento nacional, indo além de serviços e configurando um projeto civilizatório.
- O palestrante ressaltou a necessidade de maior articulação entre universidades, serviços de saúde e governos, enfatizando a importância de base científica para decisões em saúde e o risco de retrocesso sem investimento, coordenação nacional e valorização da ciência.
- A programação segue até 3 de dezembro com cerca de quarenta atividades organizadas pelo Ministério da Saúde, além de outras quarenta convidadas, incluindo temas como financiamento, inovação, vigilância, educação permanente e participação social.
O Congresso de Saúde Coletiva 2025, Abrascão, teve sua abertura neste sábado, em Brasília, às 18h30. O evento reuniu pesquisadores, gestores, profissionais de saúde e representantes de entidades científicas. A cerimônia contou com apresentações culturais, homenagens e debates sobre os desafios da saúde pública. A programação segue até 3 de dezembro.
A conferência magna ficou a cargo de Adriano Massuda, secretário executivo do Ministério da Saúde. Ele tratou do momento vivido pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e dos caminhos para fortalecê-lo. Massuda destacou o SUS como projeto civilizatório, e não apenas um conjunto de serviços, defendendo equidade e direitos.
Para Massuda, o fortalecimento do SUS depende de investimento, coordenação nacional e valorização da ciência. Ele lembrou que crises recentes evidenciaram o potencial e as fragilidades da gestão pública, e ressaltou a necessidade de convergir universidades, serviços de saúde e governos. A importância da pesquisa para embasar políticas foi enfatizada.
Conferência magna e debates
O congressO segue com cerca de 40 atividades organizadas pelo Ministério da Saúde, além de outras tantas realizadas por parceiros. Mesas-redondas, sessões científicas, lançamentos de livros e debates abordarão financiamento do SUS, inovação, vigilância epidemiológica, educação permanente e participação social.