- O presidente do Partido Progressista (PP), senador Ciro Nogueira (PI), disse que apenas dois governadores podem unificar centro e direita nas eleições de 2026: Tarcísio de Freitas, de São Paulo, e Ratinho Júnior, do Paraná.
- A afirmação foi feita em entrevista ao Poder 360 divulgada em cinco de dezembro.
- Segundo Nogueira, a chance de um desses nomes derrotar Lula é quase 100%.
- Ele reiterou lealdade a Bolsonaro e disse que gostaria que a população tivesse o direito de elegê-lo no próximo ano.
- Kassab indicou que o apoio a Tarcísio é relevante e que Ratinho ou Eduardo Leite poderiam deixar a corrida caso Tarcísio aceite concorrer; Tarcísio tem sinalizado preferência pela reeleição.
O senador Ciro Nogueira (PI), presidente do PP, afirmou em entrevista ao Poder360, em 5 de dezembro, que apenas dois governadores teriam condições de unificar centro e direita em 2026 para derrotar Lula. Os nomes citados foram Tarcísio de Freitas, de São Paulo, e Ratinho Júnior, do Paraná. O objetivo é consolidar um campo político capaz de vencer o petista nas urnas, segundo ele.
Nogueira indicou que a chance de um desses governadores vencer Lula seria quase 100%. Ele destacou que o anúncio não reflete um comando da direção do PP, mas aponta um sentimento interno da sigla de que esses dois nomes são os mais apropriados para disputar o Planalto, substituindo Jair Bolsonaro.
O senador também ressaltou lealdade a Bolsonaro e ponderou sobre o voto popular como decisor no pleito. Sobre o tom da disputa, mencionou que a população deve se voltar a temas práticos, como inflação e segurança, ao longo do período eleitoral.
Avaliações internas e cenários
O apoio a Tarcísio de Freitas é visto com bons olhos pelo PSD, comandado por Gilberto Kassab. A conjuntura indica que Ratinho Júnior ou Eduardo Leite podem abrir mão caso Tarcísio aceite concorrer, segundo relatos de bastidores. Tarcísio já sinaliza preferência pela reeleição, sinalizando continuidade de agenda no estado.
A fala de Ciro também aborda a relação com o Palácio do Planalto e a leitura de pesquisas que apontam empate entre Lula e Bolsonaro. Mesmo assim, o senador afirma que o povo deverá definir o caso, no entendimento do cenário eleitoral, sem promover juízos.
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