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Saúde lança coletânea para promover equidade de gênero, raça e etnia no SUS

Cadernos de Equidade fortalecem prática no SUS com orçamento superior a R$ 50 milhões até 2026, alcance em seis cidades e 600 pessoas atingidas

Foto: Nádia Conceição/MS
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  • Em 4 de junho, em João Pessoa, foram lançados os Cadernos de Equidade durante a última oficina regional do Programa Nacional de Equidade de Gênero, Raça, Etnia e Valorização das Trabalhadoras do SUS.
  • A coletânea, produzida entre 2024 e 2025, percorreu seis cidades de cinco regiões do país e atingiu diretamente mais de 600 pessoas.
  • O projeto, coordenado pela Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde, tem orçamento superior a R$ 50 milhões até 2026 e é financiado com recursos do Proadi-SUS, em parceria com o Hospital Alemão Oswaldo Cruz.
  • Os cadernos visam aprofundar a política de Equidade de Gênero, Raça e Etnia na gestão do trabalho e na educação na saúde, envolvendo trabalhadoras, gestoras e gestores.
  • A iniciativa busca materializar a equidade no SUS, fortalecendo o cuidado com as pessoas e a valorização dos trabalhadores.

O Ministério da Saúde lançou nesta quinta-feira, em João Pessoa, os Cadernos de Equidade, durante a última oficina regional do Programa Nacional de Equidade de Gênero, Raça, Etnia e Valorização das Trabalhadoras do SUS. A iniciativa, que percorreu seis cidades entre 2024 e 2025, envolve recursos do Proadi-SUS e parceria com o Hospital Alemão Oswaldo Cruz, com foco na formação, gestão do trabalho e educação em saúde.

Ao todo, a coletânea terá cinco cadernos, com orçamento superior a R$ 50 milhões até 2026. A ideia é fortalecer a prática de equidade no SUS e ampliar a participação de trabalhadores, gestoras e gestores. A ação busca transformar rotinas de formação e de gestão a partir de uma visão mais inclusiva.

Concepção e orçamento

A coordenação da iniciativa fica a cargo da Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde (SGTES). A coordenadora Erika Almeida destaca que a coletânea materializa o princípio da equidade no SUS, tornando as ações mais operacionais e transversais para trabalhadores e gestores. O secretário da SGTES, Felipe Proenço, ressaltou a importância do debate coletivo com movimentos sociais e trabalhadores.

Estrutura e conteúdo dos cadernos

O conjunto reúne cinco cadernos, articulados para orientar políticas de equidade de gênero, raça e etnia na gestão do trabalho e na educação em saúde. O Programa Nacional de Equidade no SUS foi instituído em março de 2023 e integra a agenda governamental de redução de desigualdades. A iniciativa visa transformar práticas institucionais e ampliar a participação popular no SUS.

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