- Em 2018, relatório da Comissão de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) apontou movimentação atípica de R$ 1,2 milhão na conta de Fabrício Queiroz ligada a Flávio Bolsonaro, relacionado à prática de rachadinha na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro.
- O caso já passou por decisões do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Superior Tribunal de Justiça (STJ), com denúncias anuladas e debates sobre foro privilegiado e competência.
- A notícia aponta que Jair Bolsonaro teria indicado Flávio Bolsonaro como candidato à Presidência da República em 2026; o processo continua com segredo de justiça, recursos e discussões sobre mandatos cruzados.
- Em 2020, o Ministério Público denunciou Flávio, Queiroz e outros por organização criminosa e lavagem de dinheiro; em 2021, o STF anulou parte de relatórios do Coaf que embasaram a denúncia, sob questionamentos de legalidade.
- O STJ abriu caminho para retomada de investigações em 2023; em 2024 e 2025, recursos e decisões sobre o foro continuaram em tramitação, mantendo o segredo de justiça.
Em 2018, o relatório do Coaf apontou movimentação atípica de 1,2 milhão de reais na conta de Fabrício Queiroz, então assessor do deputado Flávio Bolsonaro. A apuração envolve a prática de rachadinha durante o antigo mandato dele na Assembleia do Rio de Janeiro. O caso ganhou fôlego com decisões judiciais e mudança de foro.
A investigação envolve Flávio Bolsonaro (PL-RJ), Queiroz e outras pessoas ligadas ao esquema. Em meio a denúncias, houve decido de sigilo, recursos e discussões sobre foro privilegiado e mandatos cruzados entre o estadual e o federal. O Ministério Público já denunciou em 2020, mas houve anulações posteriores.
Em 2021, a Segunda Turma do STF anulou parte de relatórios do Coaf consideradas ilegítimas por suposta liberação indevida de dados. Em 2023, o STJ aceitou recurso do MP-RJ para retomar investigações, enquanto o STF analisava teses sobre mandatos cruzados. O processo tramita sob segredo de justiça.
Na pauta recente, circula a informação de que Jair Bolsonaro indicou Flávio como candidato à Presidência em 2026. A narrativa sustenta que o inquérito segue ativo, com medidas de segredo de justiça, recursos e controvérsias sobre a competência para julgar.
Contexto e desdobramentos
O histórico inclui anulações de denúncias por questões de foro e decisões judiciais que retiraram parte do processo da primeira instância. Em 2020, houve denúncia contra Flávio, Queiroz e outros por organização criminosa, lavagem de dinheiro e peculato, recurso que gerou novas linhas de ação.
O caso permanece em curso, com tramitações no STJ e STF, e a defesa questionando a aplicação de provas e o rito processual. As etapas judiciais continuam sem conclusão, mantendo o sigilo de informações sobre atos investigatórios.
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