- O presidente Lula minimizou o tumulto na Câmara envolvendo Glauber Braga durante protesto contra cassação, dizendo que é comum em democracias.
- Braga foi retirado à força do plenário pela Polícia Legislativa, com a transmissão da TV Câmara cortada e jornalistas expulsos.
- O parlamentar registrou boletim de ocorrência contra o presidente da Câmara, Hugo Motta, alegando ter ordenado a atuação da Polícia Legislativa.
- Braga afirmou que a ordem partiu de Motta e disse que houve uma oposição que transforma a situação em ofensiva golpista; setores da esquerda criticaram a condução da polícia.
- Nos corredores, jornalistas e políticos de esquerda relataram empurra-empurra e violência, com Braga dizendo estar em risco e mencionando a cabeça em jogo.
O episódio ocorreu na Câmara dos Deputados, em Brasília, na terça-feira 9. Glauber Braga (PSOL-RJ) foi retirado à força do plenário durante protesto contra o próprio processo de cassação, com a transmissão da TV Câmara interrompida e jornalistas expulsos.
Braga ocupou a cadeira do presidente Hugo Motta (Republicanos-PB) em protesto e foi retirado pela Polícia Legislativa. O episódio gerou clima de tensão no plenário e nas dependências da casa.
O presidente Lula comentou o caso na quarta-feira, em evento no Palácio do Planalto, dizendo que a situação é comum em democracias e que o país está em mudança para melhor. O tom foi de tranquilidade diante da confusão.
Ação na Câmara e respostas
Glauber Braga registrou boletim de ocorrência contra Hugo Motta, alegando que a ordem para a intervenção partiu do presidente da Câmara. O parlamentar criticou a atuação da Polícia Legislativa e classificou a decisão como desproporcional.
Durante a confusão, houve empurra-empurra entre jornalistas, agentes e deputados. Braga passou por exame de corpo de delito após a retirada e manteve críticas à condução dos trabalhos na casa.
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