- Dois manifestantes interromperam a audiência do painel de segurança interna da Câmara, com um gritando “End deportations” e “The power of Christ compels you!”, enquanto o outro exibia cartaz “No ICE, no troops!”.
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- A Polícia do Capitólio conduziu os manifestantes para fora do recinto do plenário.
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- Os democratas do comitê criticaram a atuação da secretária, com o deputado Bennie Thompson pedindo a renúncia de Kristi Noem.
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- O debate ocorre em meio a tensões crescentes entre autoridades federais e o público sobre táticas de imigração, incluindo uso de equipamentos militares contra civis.
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- O Departamento de Segurança Interna confirmou contrato para comprar seis Boeing 737s para deportações, parte de ações associadas à agenda de Trump.
Dois manifestantes interromperam audiência do painel de segurança interna da Câmara dos Deputados nesta quinta-feira, em Washington. Durante o discurso de abertura da secretária de Segurança Interna, Kristi Noem, eles exibiram placas e gritaram pedidos pela suspensão de ações de deportação. A polícia norte-americana prendeu os manifestantes rapidamente.
Os ativistas pertencem a movimentos de oposição às políticas migratórias do governo Trump. Um deles empunhou uma placa pedindo fim das operações de ICE e o outro discursou com mensagens contrárias à presença de tropas relacionadas às ações de imigração. Noem manteve postura calma, enquanto a sessão seguiu com procedimentos normais.
A audiência ocorre em meio a tensões crescentes entre o governo federal e eleitores em várias cidades dos EUA sobre táticas de imigração. Hatreds entre agentes federais e o público têm ganhado destaque em reportagens locais e nacionais, alimentando o debate sobre segurança interna.
Contexto e desdobramentos
No início desta semana, o Departamento de Segurança Interna confirmou a assinatura de um novo contrato para aquisição de seis aeronaves Boeing 737 destinadas a deportações. A medida é apresentada como parte de um esforço do governo para ampliar as operações de imigração, conforme prometido pela administração.
A oposição parlamentar avaliou o movimento com ressalvas. Parlamentares democratas questionaram a gestão de Noem, apontando impactos sobre direitos civis e segurança pública. A secretária defendeu as ações do governo, afirmando compromisso com a segurança nacional e o cumprimento da lei.
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