- A pesquisa do Paraná Pesquisas, feita com 1.680 eleitores de São Paulo entre 4 e 8 de dezembro, aponta Tarcísio de Freitas (Republicanos) como favorito para governar SP a partir de 2026, com mais de 45% em três cenários.
- Nos cenários em que Tarcísio está na disputa, Fernando Haddad (PT) e Geraldo Alckmin (PSB) aparecem acima de 25%, e Erika Hilton (PSOL) fica pouco acima de 13%.
- Também foram avaliados Márcio França (PSB), Paulo Serra (PSDB) e Felipe D’Ávila (Novo) em diferentes combinações com Tarcísio.
- Em cenários sem Tarcísio, o estudo testa Ricardo Nunes (MDB), Gilberto Kassab (PSD), Felício Ramuth (PSD) e André do Prado (PL) como opções.
- A margem de erro da pesquisa é de 2,4 pontos percentuais para mais ou para menos.
O instituto Paraná Pesquisas divulgou uma nova rodada de pesquisa sobre a disputa pelo governo de São Paulo, com eleições em 2026. O estudo ouviu 1.680 eleitores entre os dias 4 e 8 de dezembro e aponta Tarcísio de Freitas (Republicanos) como favorito em cenários com o seu nome. A margem de erro é de 2,4 pontos percentuais, para mais ou para menos.
Nos cenários considerados, Tarcísio aparece com pouco mais de 45% das intenções de voto quando compõe a disputa contra Fernando Haddad (PT), Geraldo Alckmin (PSB) e Erika Hilton (PSOL). Haddad e Alckmin aparecem acima de 25% em todos os cenários, enquanto Erika Hilton fica em torno de 13%.
A pesquisa também acompanha o desempenho de outros nomes, como Márcio França (PSB), Paulo Serra (PSDB) e Felipe D’Ávila (Novo), em combinações diversas, mantendo o foco na dinâmica entre candidatos de diferentes espectros políticos. Em todas as situações, Tarcísio lidera, segundo o levantamento.
Cenários sem Tarcísio
Quando o cenário exclui o governador, o Paraná Pesquisas testou alternativas como Ricardo Nunes (MDB), Gilberto Kassab (PSD), Felício Ramuth (PSD) e André do Prado (PL). A intenção é verificar como ficariam as alianças e o posicionamento de voto caso o titular não seja candidato, avaliando o peso de possíveis postulantes da direita e de outras forças.
A amostra totalizou 1.680 participantes, com o intervalo de confiança de 95%. O instituto ressalta que os números refletem apenas o cenário testado e não representam resultado definitivo de eleições futuras.
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