- O Tesouro dos Estados Unidos retirou o ministro Alexandre de Moraes da lista ligada à Lei Magnitsky, mas isso não encerra as cobranças sobre práticas associadas a censura e lawfare no Brasil.
- O advogado Martin De Luca, que representa a Trump Media e o Rumble, diz que sanções não são objetivo final e servem de pressão para promover mudanças.
- Há sinais de interlocução entre autoridades brasileiras e Washington e indicação de recuo em práticas de censura, com foco na reversão de censuras e no cumprimento de compromissos.
- A Câmara dos Deputados aprovou a dosimetria, visto considerado um passo, mas não encerra as cobranças da Casa Branca.
- O tema central continua sendo a reversão de medidas consideradas censura e o acompanhamento do cumprimento de acordos pelos brasileiros, segundo o advogado.
O Tesouro dos EUA retirou o ministro do STF Alexandre de Moraes da lista de sancionados pela Magnitsky. A decisão não encerra cobranças dos EUA sobre práticas associadas à censura e ao lawfare no Brasil, segundo o advogado Martin De Luca.
De Luca representa a Trump Media e o Rumble. Ele afirmou que sanções não são fim em si mesmas, servem como pressão para mudanças. A retirada ocorre em meio a sinais de diálogo brasileiro com Washington.
A Câmara dos Deputados aprovou a dosimetria, medida que reduz punições do STF a participantes dos atos de 8 de janeiro de 2023. Ainda assim, o advogado sustenta que o episódio não resolve a pressão norte-americana por mudanças.
Segundo De Luca, autoridades brasileiras passaram a buscar interlocução com Washington. Ele mencionou possível recuo em práticas de censura, com foco na reversão de censuras e no cumprimento de compromissos.
A verificação sobre o real recuo depende das ações do governo brasileiro nos próximos meses. O objetivo, segundo ele, é demonstrar cumprimento de acordos e encerrar pressões da Casa Branca.
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