- Motta perde pulso dentro do próprio grupo; Lira acusa o aliado de não ouvir ninguém e de comandar sem firmeza.
- Cassação de Glauber Braga foi apenas suspensa, após veto do Plenário que aprovou apenas a suspensão.
- Motta já tinha pautado a cassação de Carla Zambelli e aprovou a dosimetria, gerando atritos internos no PL.
- Ala bolsonarista do PL pressiona STF para derrubar medidas contra Silas Malafaia, para abrir espaço a 2026.
- O objetivo é manter união contra Bolsonaro, abrindo caminho para Tarcísio de Freitas (Republicanos) compor a oposição em 2026.
Motta, fiador de Hugo Motta, perdeu força no comando da Câmara e o PL articula apoio de Silas Malafaia para conter Bolsonaro. A movimentação ocorre em meio a tensões entre a liderança e o grupo bolsonarista dentro do partido.
Lira, presidente do PP, está irritado com Motta. O parlamentar tem dito a interlocutores que Motta não apresenta pulso firme para liderar a Casa e não escuta quem discordar.
Motta sofreu derrota ao tentar cassar Glauber Braga (PSOL-RJ), acusado de agredir um manifestante na Câmara. O plenário aprovou apenas a suspensão da cassação.
Além disso, Motta pautou projetos do PL, como a da Dosimetria, que reduz penas, mas não anula condenação ou inelegibilidade de Bolsonaro. A ala bolsonarista se queixa de acordo fechado sem participação de outros membros.
Estrutura e desdobramentos no PL
A partir dos episódios, há uma articulação para que o STF derrube medidas contra Silas Malafaia, influente pastor evangélico. A ideia é liberar visitas a Bolsonaro e abrir caminho para Tarcísio de Freitas em 2026.
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