- STF decidiu, por unanimidade, cassar o mandato da deputada Carla Zambelli, contrariando decisão anterior da Câmara e elevando a crise entre Judiciário e Congresso.
- Governo dos Estados Unidos retirou sanções contra o ministro Alexandre de Moraes; Lula comemorou e a oposição criticou a medida.
- Uma pesquisa aponta Flávio Bolsonaro à frente de Lula em cenário de segundo turno, ampliando o debate sobre as eleições de 2026.
- No Senado, projeto de dosimetria é visto como teste de força entre o governo Lula e o centrão, aumentando tensões políticas.
- Flávio Bolsonaro chamou o projeto de “horroroso”, enquanto a articulação pela posição de forças para 2026 ganha fôlego.
O STF decidiu, de forma unânime, manter a cassação do mandato da deputada Carla Zambelli, contrariando decisão anterior da Câmara. A medida agrava a crise institucional entre Judiciário e Legislativo. A vaga na Câmara será ocupada pelo primeiro suplente do PL de São Paulo, Adilson Barroso.
Enquanto isso, os EUA retiraram as sanções aplicadas ao ministro Alexandre de Moraes. O governo liderado por Lula comemorou a medida; a oposição criticou a decisão americana. Moraes agradeceu a Lula e afirmou que a verdade prevaleceu.
No cenário internacional, a retirada das sanções foi classificada como incompatível com alguns interesses dos EUA, segundo comentários de assessores. A imprensa externa acompanhou a repercussão, destacando tensão entre poderes no Brasil e relações diplomáticas em perspectiva.
Repercussões políticas
A mudança na política externa ocorre em meio à ampliação de tensões internas. Flávio Bolsonaro passou a liderar pesquisas em alguns cenários de segundo turno, segundo levantamento divulgado, o que alimenta a leitura de trajetória presidencial para 2026.
O governo analisa propostas de dosimetria no Senado, consideradas um teste de força entre o Palácio do Planalto e o Centrão. O projeto recebeu críticas de quase todos os espectros, com o parlamentar Flávio Bolsonaro descrevendo o texto como horroroso.
Além disso, a esquerda e aliados de oposição avaliam impactos da agenda para o próximo ciclo eleitoral. Tarcísio de Freitas é citado como parte de possíveis alianças, em meio a ajustes de palanques e entendimentos regionais.
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