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Republicano diz que acordo sobre saúde é possível com subsídios expirando

Cassidy afirma haver espaço para acordo bipartidário sobre custos da saúde, propondo extensão temporária de créditos tributários e proteção a cerca de 22 milhões de beneficiários

Senator Bill Cassidy, Republican of Louisiana, speaks with reporters ahead of healthcare votes at the Capitol on Thursday.
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  • O senador Bill Cassidy afirmou, em entrevista, que há espaço para acordo bipartidário sobre os custos da saúde, mesmo após a rejeição de dois projetos no Senado.
  • O plano de Cassidy, de parceria com Mike Crapo, prevê pagamento de 1.000 dólares por pessoa em contas de gastos de saúde (Health Savings Accounts) para quem está em planos bronze ou catastróficos, com 500 dólares adicionais para quem tem entre 50 e 64 anos; há restrições de uso para aborto ou cuidados de afirmação de gênero.
  • Os democratas não deram apoio ao plano, e o debate envolve também uma possível extensão temporária dos créditos de imposto para seguros de saúde, condicionada a medidas sobre dedutíveis.
  • Cassidy disse estar disposto a uma extensão de curto prazo dos créditos de prêmio se houver concessionárias que reduzam dedutíveis de até 6 mil dólares, buscando atender a ambos os lados.
  • Estima-se que cerca de 22 milhões de pessoas poderiam perder o auxílio quando os créditos expirarem no fim do mês.

O Senado rejeitou, nesta semana, propostas de ambos os partidos para reduzir custos da saúde e discutir créditos ampliados do ACA. O republicano Bill Cassidy apresentou uma ideia com contas de gastos (HSAs) e dedutíveis mais altos, sem apoio Democrata, destacando a preocupação com dedutíveis elevados.

Cassidy disse que há espaço para acordo bipartidário e que busca consenso, incluindo uma extensão temporária dos créditos de imposto, com condições. O tema envolve o uso de recursos para abortos e assistência de gênero e o impacto sobre cerca de 22 milhões de pessoas que poderiam perder a ajuda.

Proposta de Cassidy e cenário bipartidário

Cassidy, médico e líder do comitê de saúde do Senado, defende que o dinheiro chegue direto aos pacientes para reduzir o desembolso out-of-pocket. O plano prevê pagamento de 1000 dólares por pessoa em planos bronze ou com alta franquia, com 500 dólares adicionais para quem tem entre 50 e 64 anos.

O texto também restringiria o uso de fundos para aborto e para cuidados de afirmação de gênero. Não houve apoio Democrata ao projeto, que contrasta com a renovação de créditos tributários já defendida pelos democratas.

Desdobramentos e posição externa

Alguns republicanos sinalizam abertura à continuidade temporária dos créditos, com regras específicas, diante da estimativa de que aproximadamente 22 milhões de pessoas poderiam perder a assistência. Cassidy afirmou que um acordo é possível se houver concessões sobre franquias elevadas e custos com prêmios.

Cassidy enfatizou que a prioridade é reduzir o custo para pacientes com franquias altas e prêmios elevados. O senador afirmou estar trabalhando para encontrar um ponto em comum entre as críticas Demokratras e as propostas republicanas.

Próximos passos

A bancada aguarda novas negociações entre as duas casas e o governo. O objetivo é evitar a perda de suporte de milhões de cidadãos que dependem dos créditos de impostos para manter o seguro de saúde. A discussão segue sem data definida para continuidade das propostas.

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