- A Polícia Federal cumpriu mandados na Operação Galho Fraco e ligou Sóstenes Cavalcante e Carlos Jordy a suspeitas de desvio de cota parlamentar.
- Sóstenes Cavalcante negou envolvimento e chamou a investigação de cortina de fumaça, associando-a a interesses políticos para as eleições de 2026.
- A PF encontrou R$ 430 mil em espécie no apartamento de Sóstenes em Brasília, que ele atribuiu à venda de um imóvel.
- Os mandados foram cumpridos no Rio de Janeiro e no Distrito Federal.
- O caso envolve também o deputado Carlos Jordy, segundo as informações da operação.
Polícia Federal cumpriu mandados da Operação Galho Fraco, no Rio de Janeiro e no Distrito Federal, para investigar um possível desvio de cota parlamentar envolvendo os deputados Sóstenes Cavalcante e Carlos Jordy, ambos do PL do Rio. A ação apura movimentações suspeitas e envolve apreensões de bens e valores. A investigação busca esclarecer o uso de recursos públicos destinados a cada gabinete.
Entre os materiais apreendidos, a PF encontrou R$ 430 mil em espécie no apartamento de Sóstenes em Brasília. O parlamentar explicou que o dinheiro tem origem na venda de um imóvel e que é lícito. A operação também apura possíveis recursos ligados a outros investigados, incluindo Carlos Jordy, conforme o lastro do inquérito.
Sóstenes Cavalcante negou envolvimento no suposto esquema e chamou a investigação de cortina de fumaça, associando-a a interesses políticos de 2026. O deputado afirmou ainda que a missão da PF é produzir evidências e que não há criminais a seu respeito, até o momento, segundo seu relato.
Evitando argumentos adicionais e próximos passos
A Polícia Federal não divulgou novos detalhes sobre indícios ou possíveis desdobramentos da investigação, que permanece em curso. A defesa de Sóstenes não comentou o andamento da apuração neste momento. O deputado Carlos Jordy ainda não se pronunciouPublicamente sobre o tema após as ações.
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