- Operação da Polícia Militar na Favela do Moinho, no centro de São Paulo, ocorreu na sexta-feira 19, com mandados de busca e apreensão em dois endereços usados por supostos traficantes.
- A PM afirma que os endereços tinham ligações com Leonardo Moja, o “Leo do Moinho”, apontado como integrante do PCC e responsável pelo abastecimento do tráfico na Cracolândia a partir da comunidade.
- Um homem de 38 anos morreu durante a ação; a versão oficial diz que houve troca de tiros e, com a pessoa, foram apreendidos um revólver calibre 32 e um celular.
- O caso foi registrado como morte decorrente de intervenção policial, posse ilegal de arma de fogo de uso restrito e resistência pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).
- Moradores contestam a versão oficial, afirmando que a vítima não estava armada; eles identificam o homem como Felipe Petta, morador da comunidade, segundo perfil comunitário. SSP e Polícia Militar não comentaram a versão apresentada.
Na sexta-feira 19, a Polícia Militar realizou uma operação na Favela do Moinho, no centro de São Paulo, com o objetivo de cumprir mandados de busca e apreensão em dois endereços ligados a supostos traficantes de drogas. A ação resultou na morte de um homem, aos 38 anos.
Segundo a PM, os locais tinham relação com Leonardo Moja, o Leo do Moinho, apontado como integrante do PCC e responsável pelo abastecimento de drogas na Cracolândia a partir do Moinho. Investigações apontam ainda que traficantes sob ordens dele dificultavam a remoção de famílias da comunidade.
Versão oficial
A Secretaria de Segurança Pública confirmou a morte durante a intervenção policial, afirmando que houve troca de tiros. Foi apreendido um revólver calibre 32 e um celular com o suspeito. O caso foi registrado como morte decorrente de intervenção policial, além de posse ilegal de arma de fogo de uso restrito e resistência pelo DHPP.
Divergência de relatos
Moradores da comunidade contestam a versão oficial. Em publicação nas redes, relatos afirmam que a vítima não portava arma. O homem seria Felipe Petta, morador do Moinho, segundo o post, que também acusa abusos anteriores por agentes na abordagem de 8 de dezembro. SSP e PM não comentaram as versões apresentadas.
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