- oitenta por cento do efetivo dos Correios deve atuar durante a greve, para garantir a continuidade do serviço postal essencial.
- A medida foi tomada pelo Tribunal Superior do Trabalho após pedido de liminar feito pelos Correios.
- a greve teve início na segunda-feira, 22, e afeta entregas, encomendas e serviços bancários realizados pelos Correios.
- trabalhadores que não cumprirem a determinação podem ser considerados em abandono de emprego, sujeitando-se a penalidades previstas em lei; a categoria informou que vai recorrer.
- a empresa busca alternativas para minimizar prejuízos, enquanto a greve segue até atender às reivindicações.
O Tribunal Superior do Trabalho (TST) determinou que 80% do efetivo dos Correios deve atuar durante a greve iniciada na última segunda-feira, 22, para manter serviços essenciais. A decisão busca assegurar a continuidade de entregas e atendimento ao público.
A ministra Kátia Arruda autorizou a medida após analisar pedido liminar apresentado pela empresa. A ideia é evitar o abandono de emprego e assegurar a prestação de serviços considerados públicos essenciais.
A greve afeta entregas de correspondências, encomendas e serviços bancários realizados pelos Correios. Trabalhadores reivindicam reajuste salarial, melhores condições de trabalho e benefícios.
Medidas do TST e desdobramentos
Segundo a decisão, quem não cumprir pode ser responsabilizado por abandono de emprego e enfrentar penalidades legais. Trabalhadores anunciaram que vão recorrer da determinação.
Os Correios afirmaram que buscam alternativas para minimizar prejuízos, enquanto a categoria continua em greve. A decisão é vista como medida para manter o serviço público essencial em funcionamento.
A greve permanece sob avaliação das partes, com foco na continuidade dos serviços e no atendimento à população. Autoridades esperam que a medida preserve entregas e atividades bancárias.
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