- O ministro Alexandre de Moraes determinou que a defesa de Bolsonaro informe o nome e o cargo do responsável pelo hospital que fará a internação do custodiado.
- A defesa pediu internação no DF Star, em Brasília, nesta quarta, para exames pré-cirurgia da hérnia inguinal, com Bolsonaro acompanhado pela esposa, Michelle Bolsonaro, e por dois dos seus filhos.
- A cirurgia está prevista para quinta-feira, 25; a internação seria na véspera, na quarta-feira.
- Moraes autorizou a cirurgia, permitiu a entrada de um cardiologista e a contratação de um fisioterapeuta; Bolsonaro cancelou entrevista relacionada ao Natal.
- Em decisão paralela, Moraes negou o pedido de prisão domiciliar humanitária; Bolsonaro permanece na condição de custodiado, com pena de vinte e sete anos e três meses, sujeita a possível redução conforme projeto de dosimetria que pode ser vetado pelo presidente Lula.
O ministro do STF Alexandre de Moraes determinou que a defesa de Jair Bolsonaro informe o nome e o cargo do responsável pelo hospital que fará a internação do custodiado. A solicitação surgiu após a defesa pedir internação no DF Star, em Brasília, para exames pré-cirurgia de hérnia inguinal.
A defesa informou que Bolsonaro seria internado nesta quarta (24) e passaria pela cirurgia na quinta (25). Acompanhariam o ex-presidente a esposa Michelle Bolsonaro e dois filhos: Carlos Bolsonaro e Flávio Bolsonaro.
Internação, acompanhamento e equipe médica
Moraes autorizou a cirurgia e permitiu o acompanhamento de um cardiologista sempre que necessário. Um fisioterapeuta foi contratado para atuar na prevenção de complicações durante o período de recuperação.
Contexto da decisão e estado de saúde
Bolsonaro cancelou uma entrevista relacionada ao Natal, comunicado ao portal Metrópoles. A defesa mencionou problemas cardiovasculares do ex-presidente em declarações públicas.
A decisão também negou o pedido de prisão domiciliar humanitária. Moraes considerou que Bolsonaro tem condições para recuperação na custódia, com acesso a cuidados médicos em tempo integral.
Situação jurídica
Bolsonaro cumpre pena de 27 anos e três meses na ação penal nº 2.668 (núcleo 1). Com o projeto de lei da dosimetria, a pena pode reduzir para dois anos e quatro meses, mas o veto presidencial pode manter o regime atual, conforme avaliação do Congresso.
Entre na conversa da comunidade