- Jair Bolsonaro deixou a Superintendência da Polícia Federal em Brasília pela manhã e foi encaminhado ao hospital DF Star para internação e exames pré-operatórios, com cirurgia de hérnia inguinal bilateral prevista para o dia 25.
- Durante a internação, ele continuará sob custódia da Polícia Federal, com vigilância permanente; agentes ficarão na porta do quarto e equipes no interior e exterior do hospital.
- Decisão do ministro Alexandre de Moraes proibiu o uso de celulares no quarto, autorizando apenas equipamentos médicos; a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro poderá acompanhar o procedimento.
- A cirurgia tem objetivo de corrigir as hérnias e tratar soluços persistentes, com possível bloqueio anestésico do nervo frênico para controlar os soluços; a expectativa é de internação de cerca de uma semana após o procedimento.
- Bolsonaro está preso desde 22 de novembro na PF do Distrito Federal, cumprindo pena de 27 anos e três meses; a autorização de cirurgia foi concedida por Moraes, com datas definidas pela defesa nos últimos dias.
Bolsonaro deixou pela manhã a Superintendência da Polícia Federal em Brasília e seguiu para o hospital DF Star, onde será internado para a realização de exames pré-operatórios. O objetivo é a cirurgia de correção de hérnia inguinal bilateral prevista para o dia 25, conforme decisão judicial.
Durante a internação, o ex-presidente permanecerá sob custódia da PF, com vigilância permanente. Agentes ficarão na porta do quarto e equipes atuarão nas áreas interna e externa do hospital, conforme determinação do STF.
A autorização para o procedimento foi concedida pelo ministro Alexandre de Moraes, que também proibiu o uso de celulares no quarto, exceto para equipamentos médicos. Michelle Bolsonaro foi autorizada a acompanhar a internação; filhos foram negados pela Justiça.
A cirurgia visa corrigir hérnias na região da virilha e pode incluir tratamento de soluços persistentes. Laudo da PF aponta crises de até 40 episódios por minuto. A equipe médica prevê permanência hospitalar em torno de uma semana, após o procedimento.
Contexto médico e legal
A perícia indicou necessidade de operar o quanto antes, mesmo sendo o procedimento classificado como eletivo. Exame de 21 de abril revelou a projeção de parte do intestino para fora da parede abdominal, motivando a herniorrafia inguinal bilateral. A ideia é associar o reparo cirúrgico ao controle dos soluços.
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