- O ano terminou com o julgamento e a condenação de líderes da tentativa de golpe de Estado, incluindo generais, e com civis da extrema direita fugindo para evitar punição.
- Houve tentativa de anistia para golpistas e parlamentares envolvidos, envolvendo o clã Bolsonaro, governo dos Estados Unidos, sanções contra o Brasil e a PEC da Blindagem.
- A Polícia Federal fez operações contra banqueiros e empresários, como Carbono Oculto, Refit e Banco Master, mostrando crime organizado atuando além das favelas.
- Jair Bolsonaro, agora preso, teve atuação marcada pela figura de um possível organizador do caos político; o filho Flávio apareceu como candidato em apoio.
- O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, conduziu o julgamento da trama golpista, mas terminou o ano sob críticas por ligação entre o escritório da esposa e o Banco Master.
Foram registrados no ano de 2025 marcos jurídicos e operacionais que marcaram a agenda política no Brasil, segundo balanços de autoridades e apurações da imprensa. O conjunto de fatos envolve julgamentos, tentativas de anistia e ações da Polícia Federal com impacto sobre o Congresso, o STF e o mercado financeiro.
O principal acontecimento foi o julgamento que resultou na condenação à prisão de líderes de um movimento político ligado a tentativas de ruptura institucional. Em meio ao processo, diversos oficiais militares de alta patente foram detidos, e dirigentes civis da direita extremista passaram a enfrentar investigações adicionais.
Em paralelo, houve esforços para obter anistia para integrantes do mesmo espectro golpista e para parlamentares acusados de irregularidades. Investigações apontaram para suposta cooperação entre redes associadas ao clã Bolsonaro e entidades estrangeiras, com discussões sobre sanções ao Brasil em tentativa de abrir caminho à impunidade. Também esteve em foco a chamada PEC da Blindagem, proposta que visava distender o alcance do Tribunal sobre emendas do Legislativo.
Outras ações relevantes ocorreram no âmbito da Polícia Federal, com operações contra setores financeiros e empresários. A chamada estrutura clandestina Carbono Oculto, associada a fluxos entre o crime organizado e o mercado financeiro, foi alvo de investigações que abrangeram bilhões de reais subtraídos em fraudes. Entre os casos considerados explosivos, o Banco Master ganhou especial atenção por desdobramentos que afetaram o diálogo entre o Congresso, o STF e o mercado.
Entre as figuras centrais do ano estão Jair Bolsonaro, que teve a prisão decretada e manteve influência sobre o cenário político, segundo relatos de fontes oficiais e da imprensa. Em seguida, Eduardo Bolsonaro atuou para sustentar a estratégia de defesa do pai, com repercussões em debates sobre tributos e políticas públicas. Por fim, Alexandre de Moraes, do STF, comandou o julgamento da trama golpista, recebendo críticas no final do ano ligadas a contratos de escritório de advocacia vinculado à esposa em relação a casos do Banco Master.
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