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Para onde vão dinheiro e bens apreendidos pela PF em operações

Dinheiro em espécie apreendido pela PF é depositado na Caixa para eventual devolução às vítimas ou pagamento de multas; moedas vão ao Banco Central e estrangeiras à Caixa

PF apreende R$ 430 mil com Sóstenes, suspeito de desviar cota parlamentar; veja imagens
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  • Parte dos valores apreendidos fica em espécie e é depositada em conta da Caixa Econômica Federal, para possível devolução às vítimas ou uso para multas; moedas falsificadas vão ao Banco Central e moedas estrangeiras ficam sob guarda da Caixa.
  • Em Brasília, aPF apreendeu mais de R$ 469 mil em espécie em apartamento do deputado Sóstenes Cavalcante (PL-RJ); o dinheiro está em conta vinculada ao STF.
  • Em maio, uma mala com R$ 1,3 milhão foi apreendida no aeroporto de Brasília, com empresários que desembarcavam de Manaus; três homens foram presos, mas liberados na semana seguinte.
  • A PF suspeita que o grupo mantinha empresas de fachada para lavagem de dinheiro; investigação continua.
  • Em novembro, a Operação Sem Desconto flagrou R$ 1,1 milhão em espécie (inclui US$ 72 mil) em cofres de suspeitos; o caso avança no STF, com o ministro André Mendonça como relator.

A Polícia Federal tem adotado um mecanismo comum para tratar valores apreendidos em operações. Parte do dinheiro em espécie fica depositada em contas da Caixa Econômica Federal, à disposição da Justiça, para eventual devolução às vítimas ou uso para multas. Moedas falsas seguem para o Banco Central, enquanto moedas estrangeiras ficam sob guarda da Caixa.

Caso mais recente envolve o/ou a deputado federal Sóstenes Cavalcante (PL-RJ). Em Brasília, foram apreendidos mais de R$ 469 mil em espécie em um apartamento, com ordem do STF. O dinheiro permanece sob custódia da Justiça, até o encerramento do processo.

Apreensão de R$ 1,3 milhão em mala de empresários no aeroporto de Brasília ocorreu em maio. O grupo desembarcou de Manaus, no dia da Marcha dos prefeitos. Três homens foram detidos e liberados na semana seguinte. Parte dos recursos pode vir de contrato com a prefeitura de Manaus.

Desdobramentos e investigações

A PF investiga indícios de empresas de fachada ligadas ao suposto esquema de lavagem de dinheiro. Os recursos apreendidos em espécie são, em muitos casos, vinculados a contas da Justiça para eventual restituição a vítimas ou quitação de multas.

Em novembro, a Operação Sem Desconto identificou R$ 1,1 milhão em espécie, incluindo US$ 72 mil, encontrados em cofres de um suspeito. A investigação tramita no STF, com o ministro André Mendonça como relator. O objetivo é esclarecer irregularidades em fraudes no INSS.

Caso não haja condenação, recursos podem ser devolvidos aos investigados. A maior parte dos valores fica guardada até o fim do processo, para assegurar restituição ou cumprimento de multas, conforme o andamento legal.

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