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PL e PSOL miram novos nomes para atrair votos sem Eduardo, Zambelli e Boulos

Sem Boulos, Zambelli e Eduardo, PL aposta em Renato Bolsonaro e Gil Diniz; PSOL mira Érika Hilton e Natália Szermeta para manter votação em SP

Renato Bolsonaro (à esq.), Natália Szermeta (centro) e Érika Hilton (à dir.) são apostas do PL e do PSOL para campeões de voto em 2026
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  • Em dois mil e vinte e dois, Guilherme Boulos (PSOL), Carla Zambelli (PL) e Eduardo Bolsonaro (PL) foram os três deputados federais mais votados em São Paulo, somando quase dois milhões e setecentos mil votos.
  • Os três não disputarão a Câmara em dois mil e vinte e seis por razões distintas: Zambelli está inelegível e presa na Itália; Eduardo está nos Estados Unidos e é réu em processo no STF; Boulos é ministro e não se licenciou para concorrer.
  • Sem esses puxadores, PL e PSOL já lançam apostas para as eleições de dois mil e vinte e seis: Renato Bolsonaro, Gil Diniz e Lucas Pavanato pelo PL; Érika Hilton pela PSOL; Natália Szermeta, esposa de Boulos, mira vaga federal.
  • Além disso, o PL traz nomes como Juliano Medeiros e Guilherme Cortez para ampliar a lista de candidatos, mantendo foco na bancada paulista.
  • As siglas avaliam que manter o desempenho de dois mil e vinte e dois depende de fortalecer novas candidaturas, diante das ausências dos puxadores de voto.

Em 2022, Guilherme Boulos (PSOL), Carla Zambelli (PL) e Eduardo Bolsonaro (PL) foram os três deputados federais mais votados em São Paulo, somando quase 2,7 milhões de votos. Zambelli está inelegível e presa na Itália; Eduardo enfrenta processo no STF; Boulos tornou-se ministro, sem licença para concorrer.

Sem a presença desses puxadores de voto, PL e PSOL já desenham estratégias para 2026, mirando manter ou ampliar o desempenho anterior. Renato Bolsonaro e Gil Diniz aparecem como núcleo bolsonarista paulista, enquanto Lucas Pavanato pretende iniciar a carreira de deputado.

Érika Hilton surge como nova puxadora do PSOL, e Natália Szermeta, esposa de Boulos, mira vaga federal. Outros nomes como Juliano Medeiros e Guilherme Cortez entram no leque para ampliar a lista de candidatos. A depender da conjuntura, as legendas avaliam cenários diferentes.

PL

A aposta principal do PL para a Câmara dos Deputados em São Paulo recai sobre a família Bolsonaro. Renato Bolsonaro, irmão do ex-presidente, disputará como deputado federal pelo partido, com o número 2222, repetindo a posição de Eduardo na eleição anterior.

Eduardo tenta eleger um eventual herdeiro: Gil Diniz, hoje deputado estadual, concorre à Câmara com apoio de filhos de Eduardo. A parceria busca manter ações bolsonaristas dentro do eleitorado fiel ao grupo.

Outro nome relevante é Lucas Pavanato, vereador mais votado em São Paulo em 2024, que disputará vaga federal em 2026. O vereador tem cerca de 161 mil votos e forte presença nas redes, defendendo pautas associadas à direita.

O PL destaca que detém a maior bancada da Câmara e o maior fundo eleitoral, o que, segundo Andrés do Prado, presidente da Alesp e dirigente do partido, oferece condições favoráveis para a disputa em 2026.

Por sua vez, Valdemar da Costa Neto, presidente nacional do PL, expressou apreensão com a possibilidade de não repetir o desempenho de 2022. Ele chegou a discutir a transferência de domicílio eleitoral de Nikolas Ferreira para São Paulo, projeto que foi negado pelo parlamentar.

PSOL

Érika Hilton aparece como principal aposta do PSOL para suceder Boulos no papel de puxadora de votos. O partido avalia que ela pode ampliar o eleitorado além da base tradicional, aproximando-se de setores antes não alcançados.

Para repor a votação de Boulos, Érika precisaria de um impulso significativo: na eleição de 2022, Boulos teve 256.903 votos. O PSOL aposta no desempenho dele para manter espaço no cenário paulista.

Érika também afirma que o desafio é mapear o eleitor de Boulos para manter esse apoio e ampliar a base do PSOL, inclusive ao dialogar com áreas fora da bolha do partido. A liderança do PSOL vê potencial para ganho de votas além do público habitual.

Outra aposta do PSOL é Natália Szermeta, esposa de Boulos, que lançou pré-candidatura a deputada federal com apoio do MTST, fortalecendo a relação com movimentos sociais. A tendência é que o nome seja apresentado para ampliar o alcance eleitoral.

Além disso, o PSOL planeja lançar candidatos como Juliano Medeiros, ex-presidente nacional da sigla, e Guilherme Cortez, deputado estadual, para ampliar a paleta de opções e manter a votação de 2022.

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