- A Polícia Federal determinou que Eduardo Bolsonaro retorne ao cargo de escrivão, após a cassação do mandato em dezoito de dezembro de dois mil e vinte cinco.
- A remuneração inicial é de cerca de R$ 14 mil (base de R$ 14.164,81), podendo chegar a cerca de R$ 20 mil no topo da carreira.
- O cargo envolve cumprir formalidades processuais, lavrar termos e autos, acompanhar diligências e zelar pelo valor das fianças e pelos objetos apreendidos.
- Eduardo afirmou não pretende retornar ao Brasil e criticou a decisão, dizendo que não renuncia a privilégios e que pode enfrentar medidas administrativas se permanecer ausente sem justificativa.
- A ausência injustificada pode levar a medidas disciplinares, já que abandonment de cargo pode motivar abertura de processo na PF.
A Polícia Federal determinou que Eduardo Bolsonaro retorne ao cargo de escrivão da corporação, com remuneração inicial de cerca de R$ 14 mil. A decisão ocorre após o ex-deputado federal ter sido cassado em 18 de dezembro de 2025, o que abriu a possibilidade de retorno aos quadros da PF.
Segundo a PF, a nomeação pode quitar a volta ao trabalho, desde que o servidor se apresente. O salário base para o cargo é de R$ 14.164,81, podendo alcançar cerca de R$ 20 mil no topo da carreira, conforme dados de recrutamento. A notícia foi comunicada pela própria PF aos interessados.
Eduardo Bolsonaro tem resistência reconhecida à medida e questiona a decisão, afirmando que não abdicará de privilégios, e que pode adotar medidas administrativas caso permaneça ausente sem justificativa. Ele utilizou canais próprios para criticar a determinação, sem divulgar doações ou detalhes contratuais.
Remuneração e atribuições
O escrivão da PF atua em procedimentos de investigações, lavra termos e autos, acompanha autoridades em diligências e administra fianças e objetos apreendidos. Também deve cumprir normas de segurança orgânica e exercer atividades policiais e administrativas correlatas.
Riscos de afastamento
Caso Eduardo não se apresente, a PF pode instaurar processo administrativo disciplinar por abandono de cargo, conforme a legislação vigente. A ausência injustificada pode resultar em sanções, incluindo demissão, de acordo com as normas de serviço público aplicáveis.
Entre na conversa da comunidade