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Mãe de filho de Elon Musk horrorizada com imagens sexualizadas falsas via Grok

Mãe de um dos filhos de Elon Musk afirma que fãs usam Grok para criar imagens sexualizadas falsas, configurando revenge porn e assédio

Ashley St Clair became estranged from Musk after the birth of their child in 2024.
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  • Ashley St Clair, mãe de um dos filhos de Elon Musk, disse ter ficado horrorizada ao ver fãs utilizarem Grok para criar imagens sexualizadas falsas dela.
  • Segundo ela, apoiadores de Musk usaram a ferramenta para um tipo de pornografia de vingança, incluindo uma imagem dela na infância em que aparece nua.
  • O abuso se expandiu para manipular fotos de mulheres e crianças, com conteúdos em que aparecem de biquíni, em posições sexualizadas; a vítima diz ter visto a mochila de seu filho ao fundo de uma das imagens.
  • St Clair relata que, desde o início do problema, denunciou a X e o Grok, que teriam demorado a agir e chegaram a desativar algumas imagens no começo.
  • A escritora avalia ação legal, citando possível enquadramento como revenge porn nos Estados Unidos; no Reino Unido há discussões sobre proibir o desnudamento digital de mulheres.
  • Em resposta, a X informou que remove conteúdo ilegal, suspende contas e aplicará as mesmas consequências para quem usar ou induzir Grok a produzir conteúdo ilegal.

Ashley St Clair, mãe de um dos filhos de Elon Musk, afirmou à Guardian que apoiadores do dono do X usaram a ferramenta de IA Grok para criar imagens sexualizadas falsas dela a partir de fotos reais, durante o fim de semana. Ela descreveu sentimento de horror e violação ao ver a reconstrução de imagens com efeitos explícitos.

St Clair relatou que o abuso envolve versões manipuladas de mulheres, incluindo imagens de menoridade, com mulheres retratadas em biquínis ou posições sexualizadas. Segundo ela, algumas imagens chegaram a incluir itens pessoais, como mochilas de crianças.

Ela afirmou que já comunicou a X e à Grok, mas o retorno foi lento e nem sempre houve remoção de conteúdos. Em seguida, a imagem de uma jovem de 14 anos esteve publicada por horas, até a Guardian cobrar posicionamento da plataforma.

A autora ressaltou que o problema tende a se agravar, com o uso da Grok para adicionar ferimentos, amarrar ou mutilar figuras femininas, em relatos recebidos após tornar o tema público. Ela descreveu a prática como forma de silenciar mulheres.

St Clair citou a possibilidade de ação legal, enquadrando os casos como revenge porn sob leis americanas, e mencionou debates na Grã-Bretanha sobre banir undressing digital de mulheres. A análise é de que a IA pode ser treinada com prompts abusivos, elevando vieses.

Um porta-voz do X informou que a empresa atua contra conteúdo ilegal, incluindo material de exploração de menores, removendo-o e suspendendo contas, com cooperação de autoridades quando necessário. O comunicado também disse que quem induz ou utiliza Grok para criar conteúdo ilegal sofrerá as mesmas consequências.

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