- O ministro Alexandre de Moraes determinou que a defesa de Jair Bolsonaro detalhe quais exames são necessários para avaliar se podem ocorrer dentro do sistema penitenciário.
- Os advogados haviam pedido autorização para que Bolsonaro vá a um hospital fazer exames clínicos e de imagem.
- A Polícia Federal informou que Bolsonaro recebeu atendimento após relatar queda na madrugada de terça-feira; ferimentos leves foram identificados e não houve encaminhamento hospitalar, apenas observação.
- Moraes afirmou que a defesa, mediante indicação médica comprovada, tem direito a realizar exames, desde que previamente agendados e com necessidade comprovada, e que não há necessidade de remoção imediata.
- O cirurgião Claudio Birolini afirmou que Bolsonaro teve traumatismo cranioencefálico leve após cair da cama na sala de Estado-Maior onde cumpre pena.
O ministro Alexandre de Moraes, do STF, determinou que a defesa de Jair Bolsonaro detalhe quais exames são necessários para avaliar a viabilidade de realizá-los dentro do sistema prisional. A medida visa subsidiar a decisão sobre a necessidade de deslocamentos.
A defesa do ex-presidente pediu autorização para que Bolsonaro realize exames clínicos e de imagem sem sair da custódia. Moraes condicionou a análise à lista de exames apresentada com indicação clara de necessidade.
A PF informou que Bolsonaro recebeu atendimento médico após relatar uma queda durante a madrugada. O médico da PF avaliou ferimentos leves e indicou apenas observação, sem necessidade de remoção imediata.
Dessa forma, Moraes escreveu que não há urgência de deslocamento ao hospital, mas a defesa, com recomendação do médico particular, pode solicitar exames previamente agendados e com comprovação de necessidade.
Bolsonaro caiu na sala onde cumpre pena, na madrugada desta terça-feira. A informação foi divulgada pela ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e confirmada pelo médico do político.
Segundo o cirurgião Claudio Birolini, Bolsonaro apresentou mal-estar, caiu da cama na sala de Estado maior e sofreu um traumatismo cranioencefálico leve. A avaliação médica classificou o TCE como leve.
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