- Bolsonaro passou por exames na cabeça após queda na sala onde cumpre pena na Superintendência da Polícia Federal, em Brasília, com defesa solicitando os procedimentos e o STF autorizando a realização.
- Os exames foram tomografia computadorizada de crânio, ressonância magnética de crânio e eletroencefalograma para avaliar o crânio e o cérebro.
- Os procedimentos visam identificar fraturas, lesões ou alterações neurológicas, e foram feitos para acompanhar o estado de saúde do ex-presidente.
- Ele chegou ao hospital DF Star pela manhã para a realização dos exames, conforme confirmou a Polícia Federal.
- A queda ocorreu seis dias após alta por tratamento de hérnia e quadro de soluços; a PF informou que houve ferimentos leves e que, por ora, não houve necessidade de internação, dependendo de autorização do STF para encaminhamento.
O ex-presidente Jair Bolsonaro passou nesta quarta-feira (7) por exames na cabeça após sofrer uma queda na sala onde cumpre pena, na Superintendência da Polícia Federal, em Brasília. Os procedimentos foram solicitados pela defesa e autorizados pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF.
Bolsonaro teve mal-estar novamente na madrugada de terça-feira (6), segundo comunicação feita pela ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e confirmada pelo médico da família e pela PF. O político chegou pela manhã a um hospital particular de Brasília para realizar os exames.
Exames e objetivo
Foram realizados: Tomografia Computadorizada de Crânio, Ressonância Magnética de Crânio e Eletroencefalograma. Cada um com finalidade específica: detectar fraturas, hemorragias, lesões e atividade cerebral, respectivamente. Os três buscam avaliar a área do crânio e o funcionamento cerebral.
Os exames foram autorizados pela defesa de Bolsonaro e, conforme a PF, foram indicados pelo médico da instituição. A direção da Polícia Federal informou que a avaliação inicial indicou ferimentos leves e observação, sem necessidade de internação imediata.
Desdobramentos e contexto clínico
A queda ocorreu seis dias após Bolsonaro receber alta por procedimentos médicos anteriores relacionados a hérnia e soluços. Segundo a PF, não houve pedido de ajuda aos agentes de segurança no momento do incidente, e a lesão foi identificada apenas posteriormente.
A PF informou que, após a avaliação, a possibilidade de encaminhamento ao hospital depende de autorização do STF. A gravidade dos procedimentos está sendo acompanhada pela equipe médica e pela defesa do ex-presidente.
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