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PF diz não poder reduzir som de ar-condicionado após reclamação de Bolsonaro

PF afirma que o barulho do ar-condicionado na cela de Bolsonaro não pode ser reduzido por medidas simples e exigiria intervenção complexa

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) em setembro de 2025
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  • A Polícia Federal afirmou que não é possível reduzir ou eliminar o barulho do ar-condicionado na cela de Jair Bolsonaro por meio de medidas simples.
  • Em ofício ao ministro Alexandre de Moraes, a PF explicou que qualquer mudança exigiria intervenção complexa na infraestrutura e paralisação do sistema de climatização da Superintendência.
  • Bolsonaro permanece na Sala de Estado-Maior; segundo a PF, o ruído ocorre pela proximidade de áreas técnicas de climatização.
  • A PF disse não haver alternativa física que permita deslocar o equipamento sem comprometer a segurança institucional.
  • A defesa pediu a Moraes que determine medidas para corrigir o barulho, argumentando que o aparelho fica ao lado da janela sem vedação adequada e sugerindo mudança de lugar ou isolamento acústico; estudo da saúde e integridade do preso foi citado.

A Polícia Federal informou que não é possível reduzir ou eliminar o barulho do ar-condicionado na cela do ex-presidente Jair Bolsonaro. A PF respondeu a um pedido feito ao ministro do STF Alexandre de Moraes, detalhando a necessidade de ações de infraestrutura para qualquer alteração no sistema de climatização.

Segundo a PF, mudanças no equipamento exigiriam intervenções amplas na rede de climatização da Superintendência da Polícia Federal, o que implicaria paralisação das atividades e poderia afetar a segurança institucional. O ruído é atribuído à proximidade de áreas técnicas do sistema.

Bolsonaro encontra-se na Sala de Estado-Maior, onde o ruído é explicado pela localização do aparelho próximo a áreas técnicas. A PF informou que não há alternativa física viável no momento para realocar o equipamento sem comprometer a segurança.

Defesa do ex-presidente pediu a Moraes que determinasse medidas para reduzir o barulho. Os advogados argumentaram que o ar-condicionado fica perto de uma janela sem vedação adequada e sugeriram realocação, isolamento acústico ou outras soluções.

A defesa também afirma que a situação configura perturbação à saúde e à integridade do preso, alegando que o barulho compromete o repouso necessário para manter condições físicas e psicológicas. Não houve indicação de uma solução a curto prazo.

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