- Lula promove cerimônia no Salão Nobre do Palácio do Planalto para marcar três anos desde os atos de 8 de janeiro de 2023.
- O evento prevê atividade na área externa e conta com a presença de parlamentares e representantes da sociedade civil.
- Não participam da solenidade o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, nem o presidente do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin.
- Segundo o blog de Valdo Cruz, há expectativa de que Lula anuncie veto ao projeto de lei que prevê redução de penas para atos golpistas.
- No Congresso Nacional não há cerimônias oficiais previstas; movimentos sociais vão a Brasília em ato em defesa da democracia, com concentração às 8h em frente ao Planalto.
O governo Lula realiza nesta quinta-feira uma cerimônia para marcar três anos desde os atos antidemocráticos de 8 de janeiro de 2023, quando sedes dos Três Poderes foram invadidas. O evento ocorre no Salão Nobre do Palácio do Planalto, com atividade prevista na área externa e a participação de parlamentares.
A cerimônia é organizada pelo governo e tem como objetivo reforçar valores democráticos após o episódio que resultou na prisão de cerca de 1,4 mil pessoas. O formato inclui presença de representantes do Congresso Nacional e da sociedade civil. Movimentos sociais também devem participar de atos paralelos.
Ausências e expectativa
Os presidentes da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), não participam do evento. O presidente do STF, Edson Fachin, também não atuará no Planalto. A expectativa é que Lula anuncie hoje o veto ao projeto de lei que prevê redução de penas para atos golpistas, segundo informações do blog de Valdo Cruz.
Movimentos e protestos
Movimentos sociais, partidos de esquerda e entidades ligadas ao PT convocaram manifestações em defesa da democracia. Em Brasília, a concentração está marcada para as 8h em frente ao Planalto. No Congresso, não há previsão de cerimônias oficiais relacionadas ao 8 de janeiro, nem no prédio da Câmara nem no Senado.
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