- Três membros democratas do Congresso, incluindo a representante Ilhan Omar, foram impedidos de entrar em um centro de detenção da Imigração e Alfândega (ICE) próximo a Minneapolis, Minnesota.
- O incidente ocorreu no começo da manhã de sábado, após confrontos e manifestações manterem-se desde a morte de Renee Good, nove semanas antes, em Minneapolis.
- Omar relatou que, embora inicialmente autorizados a entrar, foram informados pouco depois de sair do local e terem o acesso negado.
- Os defensores disseram que o motivo alegado para a recusa foi que o financiamento do ICE viria do Big Beautiful Bill Act, usado para justificar a restrição de acesso.
- As congressistas afirmaram terem informados o ICE e o Departamento de Segurança Interna de que estavam violando a lei federal ao barrar visitas, e citaram que planos de movimentação de detidos não seriam apenas para deportação.
Três representantes democratas de Minnesota, incluindo Ilhan Omar, foram impedidos de entrar em um centro de detenção da Imigração e Alfândega (ICE) próximo a Minneapolis na manhã de sábado. A visita fazia parte de uma rodada de fiscalização sobre as instalações, que ocorreu no entorno do prédio federal Whipple, no Twin Cities.
Segundo Omar, inicialmente os vereadores tiveram autorização para entrar, mas minutos depois receberam a informação de que a entrada seria negada. Ela afirmou que a mudança é ilegal e configura obstrução aos trabalhos de fiscalização do Congresso.
Ao lado de Omar, estavam as deputados Angie Craig e Kelly Morrison, que também foram impedidas de acessar o local após serem recebidas dentro do edifício e, pouco depois, retiradas. Omar destacou que a recusa de acesso ocorreu sob alegação de que o financiamento da instalação viria de uma lei federal específica, usada para justificar a restrição.
Craig afirmou que o Congresso notificou o ICE e o Departamento de Segurança Interna de que houve violação de lei federal. Ela denunciou que a administração usa Minnesota como palco político, citando o episódio como parte de um movimento para pressionar a supervisão do Legislativo.
A reportagem indica ainda que, segundo Omar, aeronaves próximas ao local estavam em operação, com voos não classificados como deportação, apenas transferências de detidos para outras instalações. Procurados, representantes do ICE não comentaram o episódio de forma detalhada.
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