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Félix Mendonça Jr. nega acusações e critica lentidão da investigação

Deputado Félix Mendonça Júnior nega acusações e aponta lentidão da investigação da Polícia Federal após nova operação ligada a emendas na Bahia

O deputado federal Félix Mendonça Júnior (PDT-BA)
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  • O deputado federal Félix Mendonça Júnior negou as acusações e criticou a morosidade da investigação da PF, após a nova operação anunciada hoje.
  • A defesa ressaltou que ele já havia passado por uma operação em junho de 2025 que não encontrou elementos contra o parlamentar e que ele tem colaborado com as apurações.
  • Mendonça Júnior afirmou que a demora prejudica a atuação política, especialmente em ano eleitoral, e pediu que a apuração siga de forma célere e responsável.
  • A operação da Polícia Federal envolve nove mandados de busca e apreensão, autorizados pelo Supremo Tribunal Federal, em endereços na Bahia e no Distrito Federal, vinculados ao deputado.
  • Há indícios de que o parlamentar usava o secretário parlamentar para negociar pagamentos de propina, associando emendas a, no mínimo, três municípios da Bahia.

O deputado federal Félix Mendonça Júnior (PDT-BA) negou acusações e criticou a morosidade da Polícia Federal após ser alvo de uma nova operação hoje. A ação ocorreu na Bahia e no Distrito Federal, segundo fontes da PF.

A defesa de Mendonça Jr. informou que o parlamentar já havia sido alvo de uma operação em junho de 2025, sem encontrar qualquer elemento contra ele. O texto destaca que não houve confirmação de ilícitos na ocasião.

Mendonça Jr. afirmou ter colaborado integralmente com as investigações, mas ressaltou a demora dos trabalhos da PF. O deputado disse que a demora pode causar prejuízos políticos, especialmente em ano eleitoral, e pediu que a apuração seja célere e responsável.

Acusações e âmbito da investigação

A PF investiga uma organização criminosa suspeita de desvio de emendas parlamentares, corrupção e lavagem de dinheiro. Nove mandados de busca e apreensão foram cumpridos, com STF autorizando. Os endereços alvos estão ligados ao deputado, segundo apuração inicial.

A operação aponta indícios de que Mendonça Júnior utilizava o gabinete e o secretário parlamentar, Marcelo Chaves, para negociar pagamentos de propina. Há indícios de recebimento de recursos por meio de emendas destinadas a três municípios da Bahia.

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